Publicidade
 
     
Buscar OK
 
AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.
Tamanho do texto
Clipping

31/Julho/2008

31 de julho de 2008


1. Gazeta Mercantil - SP
Empreendimentos verdes ganham cada vez mais espaço em São Paulo
...o aumento do custo é compensado depois da ocupação do imóvel, com a redução dos gastos operacionais gerada pelas medidas de economia previstas nos projetos. "A obra é mais cara mas a operação é mais barata", afirma Luiz Henrique Ceotto, diretor de design e construção da Tishman Speyer. Ele ...
 
2. Valor Econômico - SP
Merrill Lynch se une à Bueno Netto
...uma empresa patrimonialista. O seu objetivo será realizar lucro com as vendas e não com a geração de renda", afirma um executivo que acompanha o projeto. A BN Corp já nasce com um banco de cerca de 10 terrenos, que a Bueno Netto colocou no negócio, com perfil comercial. Alguns deles estão ...
 
3. Valor Econômico - SP
Dicico aposta em tecnologia da informação
...Borges, de São Paulo 31/07/2008 A rede de lojas de material de construção Dicico resolveu levar às últimas conseqüências o conceito de diversificação de produtos. Desde janeiro está em operação, discretamente, a ...
 
4. DCI - SP
Camargo Corrêa vende R$ 1 bi no 1º semestre
...1,2 bilhão registrado de janeiro a dezembro de 2007. Segundo Bergamin, "não há problema de caixa. Lançamos menos porque a companhia tem grandes projetos que ficaram para o segundo semestre". Balanço A João Fortes Engenharia, empresa adquirida em julho do ano passado pela Sociedade ...
 
5. DCI - SP
Financiar usados é medida social
...para quem financia um imóvel usado, principalmente quando se trata de imóvel térreo (casa ou sobrado). É comum, nesses casos, haver alguma construção adicional não regularizada na Prefeitura Municipal, o que pode servir como impedimento a que Caixa ou outros bancos concedam o crédito. ...
 
6. Gazeta Mercantil - SP
Imóvel sustentável é opção de investimento para pessoa física
...de vida da edificação, que se inicia na fabricação dos materiais de construção, passa pelo transporte dos mesmos até o sítio das construções, pela obra propriamente dita, prolongando-se pela vida útil da edificação até a demolição e deposição final dos materiais." No Brasil, o consumo de ...
 
7. A Gazeta - ES
Valorização no bairro variou de 10% a 15% em 12 meses
...verticais no bairro. Ao mesmo tempo que se permitiu construções mais altas, foi reduzida a taxa de ocupação do terreno, o que garante prédios mais afastados, sem gerar problemas de ventilação no bairro. "Há cinco anos já havia expectativa sobre Bento Ferreira. Mas foi do ano ...
 
8. A Gazeta - ES
Grande Vitória receberá projetos de até US$ 50 milhões
...nos próximos meses, investimentos que vão de R$ 3 milhões a US$ 50 milhões em segmentos como construção civil, distribuição, saúde e varejo. Esses projetos privados estão concentrados na Grande Vitória. Um centro de logística de uma empresa multinacional, por exemplo, será instalado em ...
 
9. A Gazeta - ES
Há linhas de financiamento até para a compra de modulados
...partir de 6% ao ano. Também é possível reservar uma parte para o pagamento da mão-de-obra. No caso de pequenas reformas, não é preciso apresentar projeto. Mas para o financiamento de construção, a Caixa exige a apresentação do projeto. O prazo para pagamento, também é maior, até 25 anos. No ...
 
10. Gazeta Mercantil - SP
MERCADO IMOBILIÁRIO - Edifícios verdes ganham espaço em São Paulo
...Paulo. A preocupação em desenvolver empreendimentos sustentáveis no setor de construção civil tem se intensificado nos últimos cinco anos, tanto em projetos comerciais quanto em edifícios residenciais. Apesar de mais caras - podem custar de 4% a 8% mais que as convencionais -, compensa investir ...
 
11. A Gazeta - ES
Três quartos custam a partir de R$ 294 mil
...- 00h00 (Outros - Outros) A Francisco Rocha Imóveis e a Decottignies Construtora estão lançando o edifício San Blass, na Praia da Costa, em Vila Velha. O edifício fica na Rua Piratininga, esquina com a Rua Rio Branco. O empreendimento contará ...
 
12. Estado de Minas - MG
Brindes como diferencial
...agradar ao cliente, no entanto, se dá com brindes. A gerente de marketing da Construtora RKM diz que busca ações sustentáveis. "Podemos elaborar um projeto de revitalização da rua onde temos um empreendimento ou, ainda, depois de entregar um edifício, promover um evento para integrar os moradores, ...
 
13. Jornal do Commercio - RJ
Atrasos na entrega de obras se multiplicam
...Claras. O advogado disse que existem duas ações coletivas contra a Dominium Empreendimentos Imobiliários e Construções, responsável pela obra. Pelo projeto, o prédio terá 18 andares com duas torres e 134 apartamentos. A primeira, deveria ter sido entregue em 2006. Porém, apenas cinco andares foram ...
 
14. Jornal da Paraiba - PB
Começa reforma de casarões no Varadouro
...está estudando a possibilidade de adquirir espaços nas redondezas que abriguem os automóveis. "Não podemos construir uma garagem porque vai ferir o projeto original dos casarões, que devem ser mantidos por se tratarem de prédios tombados pelo Patrimônio Histórico", argumentou Rossana Honorato, ...
 
15. Diário de Pernambuco - PE
Sergipana Norcon chega ao mercado pernambucano
...de R$ 90 mil. As duas torres ficarão prontas dentro de 30 meses. O segundo lançamento será também em Boa Viagem e está previsto para setembro. O edifício Wanya Gama fica à Rua Dona Magina Pontual, próximo ao restaurante Laçador. Terá 21 andares, com quatro apartamentos cada, sendo todos de 60 ...
 
16. Diário Popular - RS
Editorial:
...civil como pesada. Com sólida estrutura financeira, caracteriza-se pelo desenvolvimento de tecnologias, criando um padrão qualificado na execução de projetos. O crescimento da empresa, a partir do município de origem - Pelotas, onde tem sua sede - abrangeu diversas áreas: obras públicas - ...
 
17. Diário do Nordeste - CE
Curso aborda pré-fabricados
...edificações com agilidade e qualidade Para manter o mercado atualizado e executando obras dentro das normas técnicas, a Associação Brasileira de construção Industrializada de Concreto (ABCIC) promove na próxima terça-feira (05) curso sobre o sistema construtivo no Hotel Othon Palace, em ...
 
18. O Tempo - MG
Camargo Corrêa lança Aqua Clube Residencial
...nacional foca no desenvolvimento de projetos em Minas Gerais. Primeiro empreendimento terá 384 apartamentos de dois, três e quatro quartos, com preços a partir de R$ 180 mil ...
 
19. CruzeiroNet - SP
Casas ecológicas: a natureza agradece
...de uma habitação sustentável. O arquiteto Beto Caiuby é um desses profissionais preocupados com a sustentabilidade do planeta. Ele é autor do projeto arquitetônico de uma casa construída com 660 metros quadrados, utilizando-se materiais de construção ecológicos oferecidos no mercado. A gente ...
 
20. Vou Nessa - SP
Rede Imobiliária Campinas Secovi oferece Consórcios
...imóvel (Campo ou praia), o consórcio oferece vantagens que outras linhas de crédito não oferece como: compra de terreno, crédito para reforma e construção. Fundado em 1988, o Embracon possui cerca de 100 mil consorciados ativos. Conta com 41 filiais, sete unidades de negócios espalhadas ...
 
21. Comunique-se - RJ
COM OBRAS INICIADAS E ENTREGA EM 18 MESES MAC APRESENTA NO JARDIM DO GOLF O PRIMEIRO CONDOMÍNIO CLUB
...crescimento seja planejado e criando uma ilha de tranquilidade com toda infra-estrutura de serviços na própria região. O Viva Jardim do Golf tem projeto arquitetônico de Marcio Cury & Azevedo Antunes, paisagismo de Benedito Abbud e Decoração de Débora Aguiar. Sobre a MAC Reconhecida pela ...
 
22. SEGS.com.br - SP
Marketing para empreendimentos imobiliários é tema de seminário em SP
... O evento mostrará como viabilizar um plano de ação estratégico e atingir efetivamente o consumidor. O encontro faz parte do 3º Fórum Nacional do mercado imobiliário, que será realizado entre os dias 05 e 07 de agosto. No dia 07 de agosto, a IBC promoverá, em São Paulo, um seminário sobre ...
 
23. O Liberal - PA
Sonho da moradia mais real
de 30/07/2008 CASA PRÓPRIA Caixa abre no Pará mais de 1.600 novos financiamentos só no primeiro semestre Os financiamentos habitacionais no Pará com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) cresceram 84% no primeiro semestre deste ano. De janeiro a julho deste ano e
 
24. Valor Online - SP
Lançamentos de imóveis da CCDI caem no trimestre, mas vendas crescem
Online 30/07/2008 18:50 SÃO PAULO - A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) informou hoje que fechou o segundo trimestre com lançamentos de imóveis no valor de R$ 196 milhões, sendo R$ 136 milhões próprios e o restante dos parceiros nos empreendimentos conduzidos em conjunto. Em
 
25. Jornal do Comércio - RS
Projeto prevê revitalização completa
...pretende modificar totalmente a estrutura do Cais do Porto da Capital. Ontem a empresa M. Stortti Consultores Associados (MSCA) apresentou o projeto arquitetônico, legal e financeiro que prevê investimento inicial da ordem de R$ 426 milhões nos primeiros cinco anos de obras. A idéia de uma ...
 
26. JB Online - RJ
Gabeira e a proposta do Crea
...o que não vem acontecendo na Era Cesar Maia. Barros ofereceu a colaboração da entidade - que congrega aproximadamente 110 mil engenheiros e arquitetos - para um projeto da prefeitura que ajuda a população de baixa renda a construir ou reformar suas casas, diminuindo o déficit de ...
 
27. Diário do Povo - SP
Memória abandonada
...o prédio era de propriedade da Real Sociedade Portuguesa de Beneficência, que construiu o Hospital Beneficência Portuguesa, no Botafogo, com projeto do arquiteto. Daisy afirmou que os estudos de tombamento do imóvel estão na fase final, mas que os conselheiros não deverão definir sobre o ...
 
28. Correio do Povo - RS
Muro interativo faz parte da concepção
...e aço é de fácil execução. Ela conta que a inspiração para criar um novo espaço para a rádio e o jornal veio da infância. Outra motivação foi o projeto do arquiteto Renzo Piano para a nova sede do New York Times. Como resultado, ela teve o reconhecimento do departamento gaúcho do IAB. ...
 
29. Maxpress Net - SP
SUSTENTABILIDADE É TEMA CENTRAL DA 17ª EQUIP DESIGN
...Verde" terá projetos de arquitetos e decoradores baseados no equilíbrio entre aspectos ambiental, econômico e social. A Nova Equipotel 2008, maior evento hoteleiro e ...
 
30. Maxpress Net - SP
SHOPPING MUELLER PROMOVE MOSTRA DE ECODESIGN
...ambiental. "É também um desafio aos profissionais paranaenses, que mostram em suas criações sustentáveis a mesma beleza e inovação comum em projetos arquitetônicos", adianta Guazzi, reconhecida por suas pesquisas em busca de materiais naturais, tendo sido a responsável pelo lançamento do ...
 
31. Todo Dia - SP
Câmara aprova projeto que reserva espaço para ciclistas e deficientes
...motociclistas e de faixas exclusivas de acesso e locomoção para pessoas portadoras de deficiências, com mobilidade reduzida e para pedestres nos projetos arquitetônicos de complexos viários e viadutos, apresentada pelo petista Ademir José da Silva. Os parlamentares aprovaram ainda a ...
 
32. Portal Fator Brasil - RJ
OSRAM realiza curso de iluminação, conceitos e projetos
...orientar e apresentar instrumentos para a elaboração de projetos de iluminação de interiores feitos por arquitetos, engenheiros, designers e estudantes, além de auxiliar profissionais durante o processo de venda ou instalação, a OSRAM realiza no dia 18 ...
 
33. Clic News - RS
Shopping Mueller promove mostra de Ecodesign
...ambiental. "É também um desafio aos profissionais paranaenses, que mostram em suas criações sustentáveis a mesma beleza e inovação comum em projetos arquitetônicos", adianta Guazzi, reconhecida por suas pesquisas em busca de materiais naturais, tendo sido a responsável pelo lançamento do ...
 
34. Maxpress Net - SP
PANAMERICANA INICIA CURSO DE DESIGN DE INTERIORES EM AGOSTO
...luz e dos materiais. Já no segundo momento, pesquisa materiais e aprende técnicas de computação gráfica, que servirão de ferramentas para executar projetos e ajuda no planejamento do espaço, dos móveis e revestimentos, além da criação do clima, utilizando a iluminação e elementos decorativos, ...
 
35. Maxpress Net - SP
EMPRESAS PREOCUPADAS COM MEIO AMBIENTE RECICLAM PVC PARA PRODUÇÃO DE SANDÁLIAS
...versátil, o PVC (policloreto de vinila), utilizado na construção civil, arquitetura, saneamento básico, brinquedos, revestimento de carros, entre outras aplicações ganha cada vez mais espaço no mundo da ...
 
36. Revista Publicittá - SP
Sony patrocina mostra Artefacto em Brasília
...a Artefacto promove mostras de decoração nas lojas do Brasil inteiro. Os mais renomados arquitetos criam ambientes com o que há de mais moderno em design de móveis. Este ano, a Sony Brasil é, pela primeira vez, patrocinadora oficial do ...
 
37. Meio-Norte - PI
Governo do Estado vai executar obras de urbanização na Praia de Barra Grande
...projeto prevê a pavimentação de ruas e a construção do portal de entrada na cidade LITORAL DO PIAUÍ Governo do Estado vai executar obras de ...




1. Gazeta Mercantil - SP
Empreendimentos verdes ganham cada vez mais espaço em São Paulo

São Paulo, 31 de Julho de 2008 - O setor da construção civil está cada vez mais se adequando aos conceitos de sustentabilidade que estão se impondo em todos os setores da economia. Várias empresas, que vão de serviços de consultoria a grandes construtoras de imóveis, tanto comerciais quanto residenciais, vão, aos poucos, desenvolvendo expertise nessa área, em um movimento que ganhou força nos últimos cinco anos.
Os conceitos de sustentabilidade em edificações incluem eficiência do uso de água e de energia, tratamento de resíduos, uso de materiais certificados, reciclagem de materiais, conforto ambiental interno para os futuros ocupantes e diversas outras medidas que garantam economia para o usuário final e preservação do meio ambiente antes, durante e após a obra.
Alguns empreendedores preocupam-se em requerer certificados que atestem a sustentabilidade da obra, como o LEED (Leadership in Energy & Environ-mental Design), que é concedido pelo US Green Building Council (GBC), com sede em Beverly Hills, nos Estados Unidos, ou o AQUA (Alta Qualidade Ambiental), resultado de uma parceria entre a Fundação Vanzolini e o instituto francês Centre Scientifique et Technique du Bâtiment (CSTB). Outros apenas adotaram conceitos sustentáveis como filosofia empresarial e incorporam essas idéias no dia a dia de seus negócios.
Todo esse cuidado ambiental acaba resultando em aumento de custos nas obras, impactando também no preço final do imóvel. Os empreendedores, entretanto, defendem que o aumento do custo é compensado depois da ocupação do imóvel, com a redução dos gastos operacionais gerada pelas medidas de economia previstas nos projetos. "A obra é mais cara mas a operação é mais barata", afirma Luiz Henrique Ceotto, diretor de design e construção da Tishman Speyer. Ele calcula que uma edificação sustentável pode ter custos de construção de 4% a 8% mais altos que uma obra convencional, mas afirma que esse método gera uma economia de 30% a 35% nos custos operacionais, como água e energia elétrica, o que pode ser pago em dois a três anos.
A incorporadora Tishman Speyer está com dois grandes empreendimentos comerciais em processo de certificação para conseguir o selo LEED: o Rochaverá, em São Paulo, em parceria com a construtora Método, e o Ventura, no Rio de Janeiro, que tem como parceira a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI). No Ventura Corporate Towers foram adotados itens como vidros especiais na fachada para minimizar a troca de temperatura e conseqüentemente reduzir o consumo de ar condicionado além de diversas outras exigências do GBC como uso de materiais recicláveis na obra e madeira certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC).
A incorporadora Ecoesfera desenvolveu um sistema de construção padronizada para imóveis residenciais, os chamados Ecolife que envolvem até 16 itens diferentes de sustentabilidade. "Isso nos viabilizou a trabalhar com ganho de escala", explica Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente e fundador da Ecoesfera. São três produtos padronizados em três faixas diferentes de preços. Os edifícios com marca Ecolife têm apartamentos com preços de venda de R$ 210 mil a R$ 400 mil e agregam 16 conceitos de sustentabilidade. Os prédios chamados Ecoway, que têm apartamentos entre R$ 110 mil e R$ 200 mil, incorporam 12 itens sustentáveis e os da marca Ecoone, com unidades que vão de R$ 80 mil a R$ 100 mil, têm nove aspectos de sustentabilidade. Dois empreendimentos da marca Ecolife estão em processo de certificação para receber o selo LEED, segundo Valle.
A Ecoesfera agrega itens à construção que, na prática, encareceriam a obras, mas Valle explica que a empresa faz parcerias e consegue negociar os preços nas compras dos materiais em escala. Um desses itens é a esquadria das janelas com persianas de alumínio que se abrem 100% permitindo vão inteiro livre para entrada de iluminação natural. "Isso faz uma diferença enorme para quem vai morar lá", afirma o empresário, destacando nesse item o conforto ambiental, maior ventilação dos cômodos, evitando uso de ar condicionado, e maior iluminação natural, reduzindo consumo de energia elétrica.
O fundador da Ecoesfera destaca, entretanto, que o lado mais louvável do trabalho da empresa foi a criação do Instituto Ecomoradia que desenvolve trabalhos de educação ambiental nas comunidades onde a construtora atua para despertar a conscientização dos cidadãos para a responsabilidade de todos em relação ao meio ambiente e à sustentabilidade. No ano passado a Merryll Lynch adquiriu 50% da Ecoesfera Participações, que é a holding do grupo que agrega a Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis, a Ecohome Construções Sustentáveis e a E-home Consultoria Imobiliária.
A RMA Engenharia, responsável pela obra do laboratório Delboni que foi o segundo empreendimento a receber o Leed no Brasil - o primeiro foi a agência do Banco Real em Cotia, região metropolitana de São Paulo - especializou-se em obras sustentáveis e tem uma engenheira em sua equipe que é certificada pelo LEED americano como habilitada a desenvolver projetos sustentáveis. Segundo Renato Auriemo, sócio da RMA, os maiores desafios que a empresa enfrentou nessa área foram os de conseguir parceiros qualificados e aptos a participar do processo e mudar a cultura dentro da própria empresa. Uma das maiores vantagens desse segmento, segundo Auriemo, é o ganho de imagem para o cliente que vai ocupar uma edificação sustentável. A RMA está com mais dois projetos sustentáveis em estudo.
A incorporadora Esser fez seu primeiro projeto sustentável no bairro de Vila Nova Conceição, um alto padrão com apartamentos de R$ 3 milhões que incorporou conceitos de sustentabilidade como captação da água da chuva em um poço de retenção para ser reutilizada nos jardins, descargas e lavagem dos carros dos futuros moradores. Além disso não será usado cloro no tratamento da água. Ao invés disso foi instalado um aparelho na entrada da caixa d''água para ozonizar a água que vai ser usada desde a piscina até as torneiras e chuveiros. O aquecimento será solar com uma bomba de recirculação da água para que os moradores não precisem deixar a água escorrendo por um longo período antes que a água quente chegue em suas torneiras. Segundo Maurício Ribeiro, gerente de marketing da Esser, todo o material usado no apartamento modelo do plantão de vendas foi reciclado ou doado a uma ONG (Organização Não Governamental).
A Torre SP, prédio comercial que faz parte do "Complexo JK" e que foi vendida em junho pela WTorre Empreendimentos para abrigar a nova sede do banco Santander, também está em processo de certificação para receber o LEED. Segundo Rosa Pezzini, gerente e desenvolvimento de produtos e arquitetura da WTorre, a empresa tem outros quatro empreendimentos em fase de certificação, mas ela destaca que mesmo nas obras que não entraram com pedido para receber o LEED a empresa igualmente adota conceitos sustentáveis como reciclagem e redução de desperdício de materiais durante a obra.(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Amarilis Bertachini)


Voltar



2. Valor Econômico - SP
Merrill Lynch se une à Bueno Netto

Yan Boechat, de São Paulo
31/07/2008

A Merrill Lynch e o fundo de investimentos MaxCap estão se unindo à construtora Bueno Netto em uma nova empresa voltada para a incorporação de imóveis corporativos e comerciais. A companhia, batizada de BN Corp, será uma joint venture com divisão igualitária de ações entre o fundo Brazil Real Estate Holding (BREH), controlado pela Merrill Lynch e pela MaxCap, e a Bueno Netto. A nova empresa, que será apresentada oficialmente na próxima semana, será presidida por Sandra Ralston, que comandou as operações da consultoria Jones Lang LaSalle por 10 anos no Brasil e, até dois meses, era a presidente da Guanandi, incorporadora voltada para o segmento de baixa renda do grupo WTorre.

O volume investido na operação vem sendo mantido em sigilo por decisão dos investidores capitalistas. Mas executivos do mercado estimam que BREH tenha aportado algo próximo a R$ 200 milhões para iniciar a sua operação, que será, basicamente, uma incorporadora. O foco principal da BN Corp será desenvolver empreendimentos comerciais e corporativos e vendê-los o mais breve possível. "Essa não será uma empresa patrimonialista. O seu objetivo será realizar lucro com as vendas e não com a geração de renda", afirma um executivo que acompanha o projeto.

A BN Corp já nasce com um banco de cerca de 10 terrenos, que a Bueno Netto colocou no negócio, com perfil comercial. Alguns deles estão localizados na região da Vila Olímpia, na Zona Sul de São Paulo, uma das mais nobres da capital paulista. Um dos projetos que serão lançados já no início da operação envolve um edifício de escritórios e um pequeno centro comercial nos pisos inferiores. Essa será a tônica dos empreendimentos que a companhia vai lançar. Sempre que possível tentando aliar escritórios com mini shopping centers. Quando isso não for possível a companhia vai lançar empreendimentos de uso único.

Apesar de os primeiros negócios estarem focados em São Paulo, especialidade da Bueno Netto, a intenção é que a companhia siga o exemplos das incorporadoras residenciais que foram à bolsa de valores e inicie uma diversificação regional. A BN Corp pretende atuar também no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e nas principais capitais da região Nordeste.

É o segundo investimento de peso da Merrill Lynch no mercado imobiliário brasileiro. No final do ano passado a companhia adquiriu 50% do grupo Esfera, dona da incorporadora Ecoesfera, da imobiliária E-Home e da construtora Ecohome. Logo em seguida o grupo se associou ao fundo MaxCap Real Estate Investment Advisors, presidido por José Paim, que atuou na incorporadora e construtora Rossi Residencial e controla a incorporadora MaxHaus. Com divisão igualitária das ações as duas empresas controlam o fundo Brazil Real Estate Holding, com sede nos Estados Unidos, e responsável pelos investimentos no mercado imobiliário brasileiro.

A Bueno Netto foi uma das poucas incorporadoras de médio e grande porte de São Paulo que não se aventurou no mercado acionário. Voltada para imóveis de médio e alto padrão a companhia também tem experiência no desenvolvimento de empreendimentos corporativos, principalmente na Zona Sul de São Paulo


Voltar



3. Valor Econômico - SP
Dicico aposta em tecnologia da informação

André Borges, de São Paulo
31/07/2008

A rede de lojas de material de construção Dicico resolveu levar às últimas conseqüências o conceito de diversificação de produtos. Desde janeiro está em operação, discretamente, a Constru Software, empresa especializada em desenvolvimento e integração de sistemas para o varejo. Assim, além de vender materiais de construção, a Dicico quer ganhar o mercado de tecnologia da informação. A estréia da Constru Software foi feita em parceria com a fabricante de sistemas de gestão empresarial SAP.


Voltar



4. DCI - SP
Camargo Corrêa vende R$ 1 bi no 1º semestre

Cynara Escobar

SÃO PAULO - A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário totalizou em vendas, no primeiro semestre deste ano, R$ 1,1 bilhão, o que significa salto de 604,5% em relação aos seis primeiros meses do ano passado. Em termos comparativos, a companhia registrou R$ 382 milhões em vendas contratadas em todo o ano passado. "Consideramos o resultado do semestre muito bom em vendas, o que mostra que o setor está saudável e com demanda forte em todos os segmentos", comentou Fernando Bergamin, diretor de Relações com Investidores da CCDI.

No segundo trimestre, as vendas contratadas subiram 255% em comparação a igual período de 2007, com R$ 252 milhões. Neste período, a companhia ampliou o índice que mede o volume de vendas sobre o montante financeiro de unidades à venda em 6,7 pontos percentuais, o que resultou em uma velocidade de vendas de 26,04%. Isso significa que todo o estoque da CCDI estaria vendido em menos de um ano, se a velocidade de vendas fosse mantida nos próximos períodos.

Aproximadamente 50% das vendas residenciais contratadas foram provenientes de unidades com preço de R$ 350 mil ou menor. Em regiões, 47,4% dos imóveis vendidos estão localizados na capital paulista. A companhia lançou R$ 382 milhões no semestre, menos da metade do R$ 1,2 bilhão registrado de janeiro a dezembro de 2007.

Segundo Bergamin, "não há problema de caixa. Lançamos menos porque a companhia tem grandes projetos que ficaram para o segundo semestre".

Balanço

A João Fortes Engenharia, empresa adquirida em julho do ano passado pela Sociedade Brasileira de Organização e Participações Ltda. (Sobrapar), anunciou que este ano fará lançamentos com valor geral de vendas (VGV) aproximado de R$ 200 milhões, 90% dos quais no segundo semestre.

A companhia tem como meta comprar terrenos que gerarão um VGV da ordem de R$ 600 milhões e afirma já ter adquirido metade deste valor, com terrenos comprados no Rio de Janeiro.

Para fazer novos investimentos, a companhia afirma fará um novo aumento de capital, mediante subscrição particular de 20 milhões de ações.

A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) totalizou em vendas, no primeiro semestre deste ano, R$ 1,1 bilhão, salto de 604,5% sobre os seis primeiros meses de 2007.


Voltar



5. DCI - SP
Financiar usados é medida social

João Teodoro

A possibilidade dada ao consumidor de financiar 100% do valor na compra do imóvel usado e utilizar sistema de amortização de até 30 anos é mais do que uma iniciativa favorável ao mercado imobiliário.

Embora atinjam somente imóveis financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o que restringe sua utilização, as novas regras anunciadas pela Caixa Econômica Federal (CEF) não deixam de ser um incentivo capaz de promover movimentos de ascensão social de uma camada da população até então sem acesso ao crédito imobiliário.

A primeira chance de aquisição de um imóvel é também o primeiro passo para que essas pessoas passem a integrar o mercado de comercialização, com a conseqüente melhora em sua auto-estima. Sendo assim, embora não haja dúvidas de que as novas oportunidades de financiamento afetarão de forma positiva o volume de negócios imobiliários, essa novidade irá beneficiar o mercado muito mais a longo prazo.

De acordo com a nova medida, a Caixa passa a financiar até 100% de imóveis usados, benefício até então dispensado somente às operações com imóveis novos. Além disso, o prazo de amortização, em alguns casos, pode chegar a 30 anos.

A ampliação da quota está em vigor desde o último dia 7, com adoção de percentual variável em função do sistema de amortização. Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, a pessoa financia até 80% da quantia total. Os limites dos imóveis, porém, variam de região para região.

Mas, como sempre acontece quando medidas assim são anunciadas, o consumidor não deve se empolgar e correr para a realização do negócio sem estar devidamente informado e preparado para isso.

É importante, antes de tudo, analisar sua potencialidade de pagamento, realizando um contrabalanço entre a renda e o valor da prestação que irá obrigar-se a pagar por 30 anos Um segundo ponto é questionar se há realmente necessidade de utilizar esse prazo, uma vez que, muitas vezes, o valor da prestação não se reduz tão drasticamente por uma diferença de cinco ou até dez anos.

Os bancos financiadores dispõem de simuladores que permitem planejar melhor o financiamento.

Existem também cuidados específicos para quem financia um imóvel usado, principalmente quando se trata de imóvel térreo (casa ou sobrado). É comum, nesses casos, haver alguma construção adicional não regularizada na Prefeitura Municipal, o que pode servir como impedimento a que Caixa ou outros bancos concedam o crédito.

Portanto, escolhido o imóvel, é bom estar certo de que todas as partes estão documentadas para não ser surpreendido no meio do processo burocrático.

Também deve-se ter atenção à documentação do vendedor, o que deve incluir todas as certidões que comprovem que aquele imóvel não vai sofrer uma ação regressiva no futuro. Nesse momento, torna-se essencial a orientação de um corretor de imóveis.


Voltar



6. Gazeta Mercantil - SP
Imóvel sustentável é opção de investimento para pessoa física

São Paulo, 31 de Julho de 2008 - A busca frenética por ganhos com investimentos na atividade econômica tem fomentado o crescimento exponencial do consumo e o aumento da produção de lixo e de poluição em níveis acima do que o planeta dá sinas de suportar. Estudos apontam que já consumimos por ano 20% mais de recursos naturais renováveis do que o planeta é capaz de regenerar. Nesse cenário, todos somos responsáveis e os investidores, mesmo que de pequeno porte, tem contribuição importante a dar para a sustentablidade, sem perder a possibilidade de retorno para sua aplicação.
Para o investidor de curto prazo, Ricardo Silveira, consultor de finanças pessoais da Integração Escola de Negócios, recomenda diversificar as aplicações e investir em imóveis sustentáveis. "Com a queda das bolsas de valores uma alternativa para o investidor de curto prazo é comprar imóveis sustentáveis", afirma Silveira. "As moradias construídas com uma preocupação com meio ambiente, como racionalização na utilização de água e energia, por exemplo, vão proporcionar uma redução do valor do condomínio estimada de até 30%",acrescenta o consultor.
Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente da Ecoesfera, uma das pioneiras em soluções de construção sustentável, acredita que até 2009 o mercado de construção vai se dividir em duas linhas. A primeira linha será composta por construções que respeitam o meio ambiente e esses imóveis vão valer pelos menos 20% mais que os outros, a segunda linha. A projeção de valorização foi feita com base no que aconteceu nos Estados Unidos. Lá os chamados "green buildings" (prédios verdes) valorizaram nessa mesma proporção, conta Valle.
Atualmente, a construção civil é responsável pelo consumo de entre 15 e 50% dos recursos naturais extraídos, 66% de toda a madeira extraída, 40% da energia consumida e 16% da água potável. "Esta colocação se apoia no conceito abrangente de ciclo de vida da edificação, que se inicia na fabricação dos materiais de construção, passa pelo transporte dos mesmos até o sítio das construções, pela obra propriamente dita, prolongando-se pela vida útil da edificação até a demolição e deposição final dos materiais." No Brasil, o consumo de agregados naturais somente na produção de concreto e argamassa é de 220 milhões de toneladas, o que já começa a provocar escassez ao redor dos grandes centros urbanos, conforme dados da Ecoesfera. Ainda segundo a empresa, a construção civil consome cerca de dois terços da madeira natural extraída e a maioria das florestas não é manejada adequadamente.
Além dos imóveis, Silveira recomenda para diversificação das aplicações investimento em ações de empresas com responsabilidade socioambiental. Mas ele sugere aos investidores que não se restrinjam aos papéis do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), criado pela Bovespa em dezembro de 2005, porque eles não têm se diferenciado. Neste ano, o ISE está com perda acumulada de 6,8%, ligeiramente superior a da registrada pelo Índice Bovespa (Ibovespa), de 6,1%.
Terra e pecuária
Para investidores de grande porte, o ideal é buscar aplicações em empresas que ainda não têm capital aberto, mas cujos negócios estão alinhados com a sustentabilidade, sugere o consultor. Para os demais, especialmente pessoas físicas, Silveira recomenda ficar de olha em empresas sustentáveis que abram o capital. Para investidores de médio e longo prazo, o consultor aponta outros setores nos quais o investimento em atividades sustentáveis poderá dar bons retornos. Entre eles, em terras para a plantação de eucalipto e na pecuária. "Já existe uma preocupação com um possível apagão da carne", conta. No longo prazo a bolsa continua sendo boa opção, lembra Silveira.
Nova mentalidade
Houve uma mudança relevante nas perguntas feitas por compradores de imóveis. O presidente da Ecoesfera conta que perguntas sobre sustentabilidade impensáveis até dois atrás, agora tomam a maior parte do tempo das consultas de venda de imóveis. "Eles perguntam por exemplo se fornecedores usam mão de obra infantil, se avaliaram a qualidade de vida dos operários envolvidos na construção do imóvel", conta.
Na opinião de Valle, a sustentablidade passou a ser um diferencial de vendas importante tanto para homens quanto para mulheres. Agora tanto eles quanto elas se preocupam com ecologicamente correto. " Há dois anos atrás quando comecei a trabalhar com esse negócio achava que ele atrairia pessoas preocupadas com a qualidade de vida, coisa que estava mais ligada ao público feminino. Isso porque são elas que majoritariamente possuem visão de futuro, pensando nos seus filhos", comenta.
(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 3)(Lucia Rebouças)


Voltar



7. A Gazeta - ES
Valorização no bairro variou de 10% a 15% em 12 meses

31/07/2008 - 00h00 (Outros - Outros)
Karine Nobre

Bento Ferreira é um bairro que se destaca pela localização: bem perto do Centro de Vitória, da Praia do Canto e da Terceira Ponte. Isso tem influenciado a procura pelo bairro, principalmente de construtoras locais, interessadas em investir numa região, como a Tercasa, a Lorenge e a Épura, mais recentemente, que está se preparando para fazer o seu primeiro lançamento em Bento Ferreira.

No bairro, o metro quadrado de área construída custa em torno de R$ 3 mil, cerca de 30% a menos do que é na Praia do Canto.

A procura tem feito com que Bento Ferreira se valorize na ordem e 10% a 15% nos últimos 12 meses. Mas o bairro hoje permanece estritamente residencial, com estabelecimentos comerciais e de serviços nas extremidades, o que garante uma movimentação mais tranqüila em seu interior.

"É um atrativo para quem gosta de um estilo de vida mais sossegado. Há facilidade de estacionamento e pouca movimentação de trânsito. Além disso, as ruas são mais largas, arborizadas e o bairro é quase todo plano", conta a consultora Imobiliária Célia Moraes.

Pontos comerciais

O aluguel no bairro possui como peculiaridade a escassez de casas para moradia. As que hoje existem são transformadas em pontos comerciais, como clínicas, centros de reabilitação, dependendo da área do imóvel, atingindo um valor de até R$ 5 mil.

"Bento Ferreira é um bairro de muito futuro. A procura já está começando agora, principalmente por construtoras locais que investiam em outros bairros, atraídas pelo preço do metro quadrado. Por outro lado, há os terrenos de Marinha, que dificultam a incorporação por não permitirem o financiamento", avalia o diretor da Vitória Imóveis, Moacyr Brotas Neto.

Venda

Apartamento 2 quartos: R$ 130 mil a R$ 280 mil

Apartamento 3 quartos: R$ 180 mil a R$ 340 mil

Apartamento 4 quartos: a partir de R$ 444 mil

Aluguel

Apartamento 2 quartos: R$ 600,00 a R$ 800,00

Apartamento 3 quartos: R$ 800,00 a R$ 1,6 mil

Apartamento 4 quartos: fdf

Casa comercial: R$ 1,5 mil a R$ 5 mil

Com novo PDU, mais ventilação

A última alteração do PDU de Vitória contribuiu para o incentivo de construção de mais empreendimentos verticais no bairro. Ao mesmo tempo que se permitiu construções mais altas, foi reduzida a taxa de ocupação do terreno, o que garante prédios mais afastados, sem gerar problemas de ventilação no bairro.

"Há cinco anos já havia expectativa sobre Bento Ferreira. Mas foi do ano passado para cá que o bairro começou a enfrentar um boom imobiliário", diz o gerente de vendas da Personale Imóveis, Marco Corrêa dos Santos.

O tamanho dos terrenos permite a incorporação de prédios com áreas de lazer maiores e inclusão de vagas de garagem para visitantes. "O PDU atual permite que se construam prédios mais soltos, ocupando uma área menor do terrenos, mas construções com mais altura", avalia o vice-presidente da Associação Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Celso Siqueira Júnior.

A corrida imobiliária para o bairro pode gerar especulação, mas não existe o risco de os preços chegarem a um patamar muito alto, avalia Siqueira. "Há boa disponibilidade de terrenos. Sendo assim, não há como impor preços muito altos", atenta.

Fique por dentro

Anote os telefones das imobiliárias que atendem no bairro

Célia Moraes Imóveis: 3225-3639

Empar: 3134-6800

Foccus: 2122-1050

Lopes Actual:3015-1200

Neto Imoveis: 3041-1515

Personalle Imóveis: 3324-3003

Pointer Imóveis: 3335-4555

Sardenberg Consultoria: 3235-6565

Vitória Imóveis: 3200-3029

A nálise

Região é alternativa

Mário Amorim
diretor da Pointer - Brasil Brokers

Bento Ferreira, assim como Barro Vermelho, é uma alternativa à Enseada do Suá e Praia do Canto. Hoje, o preço do metro quadrado praticado no bairro é mais baixo e é um bairro predominantemente residencial. Os incorporadores perceberam isso. Com terrenos que possuem um VGV de R$ 8 milhões a R$ 20 milhões, diminui o atrativo de construtoras nacionais. Mas atrai empreendedores locais, que já conhecem o mercado e dificilmente vão sucumbir a um inflacionamento de preços. A tendência é que o bairro passe por uma transformação residencial, depois receba empreendimentos comerciais em seu entorno, para suprir as necessidades locais.


Voltar



8. A Gazeta - ES
Grande Vitória receberá projetos de até US$ 50 milhões

31/07/2008 - 00h00 (Outros - Outros)
Denise Zandonadi
dzandonadi@redegazeta.com.br

Confirmando o expressivo crescimento que vem mantendo nos últimos anos, acima da média nacional, o Espírito Santo deve receber, nos próximos meses, investimentos que vão de R$ 3 milhões a US$ 50 milhões em segmentos como construção civil, distribuição, saúde e varejo. Esses projetos privados estão concentrados na Grande Vitória.

Um centro de logística de uma empresa multinacional, por exemplo, será instalado em Cariacica, na região da Rodovia do Contorno. O secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Pedro Rigo, não adiantou o nome da empresa. "O projeto ainda está em avaliação, mas é o mais significante para os próximos meses e deverá gerar 680 postos de trabalho".

Ainda na região do Contorno, está previsto um empreendimento na área de distribuição de frios e embutidos. O projeto em tramitação na Prefeitura de Cariacica prevê investimento de R$ 15 milhões, com criação de 130 postos de trabalho, segundo Rigo.

Cariacica terá, também, um novo supermercado, do grupo Casagrande. A nova loja terá 4 mil m2 e será construída em Campo Grande. Segundo Rigo, o projeto está em fase de avaliação na prefeitura.

Imóveis

O crescimento na área imobiliária chega a Cariacica. Rigo ressaltou que está, também em fase de avaliação projeto para construção de cinco torres com 690 apartamentos na região de Tabara, no Rodovia do Contorno.

Vila Velha está na mira de grandes construtoras e empreendedoras. Uma delas, a Ápia, de Belo Horizonte, lançará no próximo mês, um condomínio fechado de casas de luxo na Barra do Jucu, ao lado do Reserva de Jacarenema.

Segundo Luciano Auto, gerernte comercial da Ápia, os 300 lotes terão 600 metros m2, em média, e o condomínio terá a estrutura de lazer e segurança que já são característicos deste tipo de empreendimento.

Já a Construtora Decottignies já tem prontos projetos de sete lançamentos imobiliários nos próximos dois anos, também em Vila Velha. Serão 392 unidades residenciais. A construtora estuda projetos em Vitória e Serra.

Área hospitalar atrai novos investimentos

O setor de saúde é outro que vem despertando expansionistas o interesse de empresários. O Hospital Meridional, localizado em Cariacica, já tem pronto projeto para a construção de uma unidade com 200 leitos em Guarapari, sendo 130 leitos numa primeira fase e 70 leitos na segunda etapa.

O Meridional, segundo o diretor-presidente Antônio Alves Benjamim Neto decidiu investir na aquisição de parte de dois outros hospitais, um em Cariacica (São Francisco), com a compra de 51% da participação; e outro em Vila Velha, São Luiz, com a compra de 75% da propriedade da unidade hospitalar.

No próprio Meridional, em Cariacica, serão investidos R$ 3 milhões neste ano para ampliar a capacidade em mais 25 leitos. No ano passado, foram gastos também R$ 3 milhões com o mesmo objetivo. Cada leito gera quatro empregos diretos, ressalta Neto. O hospital tem hoje 130 leitos.

Vitória e Viana devem ganhar investimentos em áreas distintas nos próximos meses e anos. Em Vitória, o destaque são os mais de R$ 100 milhões que serão gastos pelo governo do Estado, prefeitura e setor privado para a instalação de um laboratório com tecnologia 3D. Em setembro começarão os cursos para treinamento de pessoal, destaca o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Vitória.

Em Viana, a Siepierski instalará, numa área de 20 mil m2, sua unidade para fabricação de carrocerias especiais. Segundo Juberto Siepierski, entre 200 e 250 empregos diretos serão gerados na nova unidade com investimentos entre R$ 7 e R$ 10 milhões.

Setor de transportes é o maior empregador do ramo de serviços

As empresas ligadas ao setor de serviços no Espírito Santo, num total de 15.133, geraram receita bruta de R$ 8,6 bilhões em 2006. O pessoal empregado por essas empresas totalizou 160.340, e os salários somaram R$ 1,4 bilhão.

Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), do IBGE, que identificou no Estado, o setor de transporte rodoviário como o maior empregador. As 1.366 empresas do setor empregaram 36.533 pessoas. A receita bruta de prestação de serviços do setor somou R$ 2,2 bilhões, enquanto que os salários, retiradas e outras remunerações, R$ 340,9 milhões.

O setor de serviços de manutenção e reparo, com 2.172 empresas, 8.096 pessoas ocupadas, teve receita bruta de R$ 136 milhões. Já o setor de serviços de alojamento e alimentação, com 2.821 empresas e 22.149 pessoas empregadas, computou receita bruta de 529,5 milhões.

No país, as empresas ligadas ao setor de serviços geraram receita operacional líquida de R$ 501,1 bilhões em 2006. A pesquisa identificou 958.290 empresas que ocuparam 8.152 pessoas e pagaram R$ 95,1 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.

O valor adicionado do setor somou R$ 278,2 bilhões. Somente as 44.992 empresas com 20 empregados ou mais (4,7% do total) foram responsáveis por geração de receita de R$ 403,5 bilhões (80,2% do total). Essas empresas ocuparam 63,1% do total de pessoal, e foram responsáveis pelo pagamento de 76,3% de salários e demais remunerações.

Os serviços ligados a transportes, auxiliares de transportes e correios tiveram a maior participação na geração de receita, com R$ 149,7 bilhões.

Números

R$ 8,6 bilhões

Foi a receita bruta gerada, em 2006, pelas 15.133 empresas do setor de serviços no Espírito Santo

R$ 501,1 bilhões

Foi a receita líquida operacional, gerada em 2006, pelas 958.290 empresas do setor de serviços no Brasil


Voltar



9. A Gazeta - ES
Há linhas de financiamento até para a compra de modulados

31/07/2008 - 00h00 (Outros - Outros)
Karine Nobre

Quem não tem condições de pagar de imediato a sua reforma, pode optar por um financiamento. Bancos e financeiras disponibilizam linhas de crédito próprias para reformar ou construir, com taxas de juros variando de acordo com a renda salarial e o tempo de pagamento.

Uma das linhas de financiamento da Caixa cobre, inclusive, a aquisição de móveis modulados. "O banco entende como um item que é agregado ao imóvel, diferente de um sofá ou mesa. O cliente paga à vista na loja, podendo negociar um desconto e tem até seis meses de carência para começar a pagar pelo investimento", diz o Superintendente da Caixa Região Norte do Etados Santo, Antônio Carlos Ferreira.

O cliente adquire o cartão Construcard e pode fazer suas compras, com um período de até oito anos para pagar, com juros a partir de 6% ao ano. Também é possível reservar uma parte para o pagamento da mão-de-obra.

No caso de pequenas reformas, não é preciso apresentar projeto. Mas para o financiamento de construção, a Caixa exige a apresentação do projeto. O prazo para pagamento, também é maior, até 25 anos.

No Brasdeco, a linha CDC João de Barro é para compra de materiais de construção nas lojas credenciadas à Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

O limite de financiamento vai de R$ 500,00 a R$ 7 mil, com prazo até 48 meses para quitar a dívida. As taxas de juros variam de 1,89% a 3,49% ao mês.

Já o Banco do Brasil oferece uma linha também para a compra de material de construção. O financiamento permite a aquisição material de construção, do básico ao acabamento, em até 48 meses e com até 59 dias para começar a pagar.

Após a aprovação do crédito, o cliente pode fazer as compras diretamente na loja, sem precisar ir ao banco. O prazo para o financiamento varia de dois a 36 meses, com taxas de juros ao mês de 2,20% a 2,80% e valores de R$ 70,00 a R$ 20 mil.

Números

R$ 70 a R$ 20 mil

É a variação de valores que podem ser financiados para reforma no Banco do Brasil

1,89% a 3,49% ao mês

É a variação da taxa de juros para reformas cobradas pelo Bradesco

25 anos de prazo

É o que a Caixa oferece para pagamento de financiamentos para reforma de imóveis

Pintar a parede custa a partir de R$ 100,00

Quem pensa que é preciso muito investimento para mudar a decoração da casa, é bom começar a rever seus conceitos. Somente a pintura de uma parede pode mudar todo o aspecto de um cômodo, com um custo que pode chegar a R$ 100,00.

"A pintura das paredes é uma das maneiras mais práticas e econômicas de mudar o visual dos ambientes. A cor tem o poder de transformar os espaços e é um excelente recurso para quem deseja uma nova decoração. Além disso, a tinta é um artigo de baixo custo. Hoje, com menos de R$ 100,00 é possível transformar totalmente um ambiente", explica o diretor da Politintas, Vinicius Ventorim.

Coberturas

Já quem tem casa e pensa em trocar telhados ou acrescentar cobertura, a dica é aproveitar essa época do ano, que tem menor incidência de chuvas e ainda aproveita os prazos de entrega, que estão menores.

"O inverno é a estação ideal para instalação de toldos e coberturas, porque a ausência de chuvas favorece a realização do serviço. Durante a estação chuvosa, a execução do trabalho é lenta e mais complicada. Quem aproveita este período, usufrui dos menores prazos de entrega aplicados pelas empresas, bem como da manutenção dos preços dos materiais de construção", aconselha o diretor comercial da Zetaflex, Emanuel Zveibil.

Preços

Confira os preços médios dos produtos mais usados para pequenas reformas em imóveis:

Piso cerâmico (m2): R$ 8,90 a R$ 38,00

Piso porcelanato (m2): R$ 25,00 a R$ 300,00

Revestimento de parede (m2): R$ 10,70 a R$ 299,00

Metais para banheiro e cozinha (unidades): R$ 23,00 a R$ 890,00

Louça com caixa acoplada (conjunto): R$ 60,00 a R$ 1.990,00

Louça sem caixa acoplada (unidade): R$ 45,00 a R$ 990,00

Telha colonial (milheiro): a partir de R$ 480,00

Lajota (unidade): a partir de R$ 0,38

Tijolo (unidade): a partir de R$ 0,38

Cimento (saco 50kg): a partir de R$ 17,00

Limpa Fácil (3,6l): a partir de R$ 53,70

Acrílico fosco sem cheiro (3,6l): a partir de R$ 47,00

Metalatex Eco sem cheiro (3,6l): a partir de R$ 49,30

Esmalte à base de água zero odor (3,6l): a partir de R$ 49,00

Textura rústica Renaissance (14l): a partir de R$ 94,30

Obs.: Os preços variam de acordo com a qualidade, design e tipo do produto

Fontes: Bozi Material de Cosntrução, Alvomac, Gonçalves Materiais de Construção e Politintas


Voltar



10. Gazeta Mercantil - SP
MERCADO IMOBILIÁRIO - Edifícios verdes ganham espaço em São Paulo

São Paulo, 31 de Julho de 2008 - Os edificios verdes estão amadurecendo em São Paulo. A preocupação em desenvolver empreendimentos sustentáveis no setor de construção civil tem se intensificado nos últimos cinco anos, tanto em projetos comerciais quanto em edifícios residenciais. Apesar de mais caras - podem custar de 4% a 8% mais que as convencionais -, compensa investir nessas obras sustentáveis, porque reduzem em até 35% o custo de operação dos edifícios depois de prontos. A economia é em especial no uso de água e energia elétrica.
C1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Amarilis Bertachini)


Voltar



11. A Gazeta - ES
Três quartos custam a partir de R$ 294 mil

31/07/2008 - 00h00 (Outros - Outros)
A Francisco Rocha Imóveis e a Decottignies Construtora estão lançando o Edifício San Blass, na Praia da Costa, em Vila Velha. O edifício fica na Rua Piratininga, esquina com a Rua Rio Branco.

O empreendimento contará com unidades de três quartos, com uma suíte e varanda panorâmica. A área privativa dos apartamentos varia de 109,17 a 128,03m2.

O empreendimento vai contar, ao todo, 80 apartamentos, sendo quatro unidades por pavimento.

O acabamento da sala e da área de circulação será feito em piso porcelanato 50 x 50, assim como o da varanda. As fachadas serão revestidas com pastilha de porcelanato.

Cada unidade terá direito a duas vagas de garagem. A área de lazer fica na cobertura e é bem completa, com churrasqueira, espaço gourmet, piscina, spa e ampla sala de fitness.

Privilégio

Um dos pontos fortes do novo empreendimento é a vista privilegiada, que fica de frente para o Convento da Penha.

A entrega, segundo a construtora, será feita em 36 meses a partir da fundação. As unidades terão preços a partir de R$ 294 mil.

O financiamento poderá ser feito em até 120 meses diretamente com a construtora. Informações e reservas por meio do telefone 2104-1900 ou no site www.franciscorochaimoveis.com.br.

Valor

R$ 294mil

Preço médio das unidades no Edifício San Blass, na Praia da Costa


Voltar



12. Estado de Minas - MG
Brindes como diferencial

Na disputa pela preferência dos possíveis compradores, empresas fazem de tudo para agradar clientes, que com a cópia do contrato, podem receber TV, móveis e até notebooks

Humberto Siqueira

Diretor de desenvolvimento imobiliario, Janio Valeriano adota flexibilidade como vantagem

Mimar os clientes virou uma estratégia séria na competitividade entre as construtoras. Há de tudo. Desde ingressos para um show até TVs de última geração. As idéias são muitas e variam conforme a intenção e filosofia da empresa, as características e o público-alvo do empreendimento. O objetivo é fortalecer o relacionamento e fidelizar os compradores.

A Companhia InPar firmou parceria com um grande programa de recompensas do Brasil, o dotz. Com a parceria, a empresa vai recompensar seus clientes com moeda virtual que pode ser trocada por produtos e serviços do catálogo de recompensas do programa. As pessoas que estiverem interessadas em adquirir um imóvel receberão a moeda virtual em todas as etapas da aquisição. Do momento em que pesquisam imóveis no site da InPar, quando visitam o stand de vendas, fecham o negócio e vai até o momento de receber o apartamento.

Durante todo o processo, a pessoa acumula a moeda virtual , que pode ser trocada por itens do catálogo de premiação do programa de recompensas, que inclui 5 mil opções entre produtos e serviços. Dessa forma, quando o proprietário receber as chaves de seu novo imóvel, terá dotz suficientes para começar a mobiliar e/ou decorar o apartamento por meio de trocas. Paralelamente, a InPar também promove ações como o envio de champanhe com taças personalizadas ou TV de plasma para clientes depois da concretização da venda.

A Construtora Tenda está premiando todos os clientes que fecham negócio, dando como presente a cozinha montada ou o piso laminado de madeira instalado. A empresa atua com foco exclusivo no segmento de baixa renda. A cozinha - composta de balcão, paneleiro duplo, armário de três portas e armário de geladeira- ou o piso instalado é entregue na mesma época em que o proprietário recebe as chaves do imóvel.

Ana Carolina Corrêa, coordenadora de marketing da Líder/Cyrela, procura inovar nos atrativos a cada lançamento. Já levou uma famosa atriz, que divulgava o edifício nos comerciais, para o lançamento. No mês de março, convidou 50 clientes em potencial para assistirem ao show de Júlio Iglesias. "Há anos ele não vinha ao Brasil e a Belo Horizonte. Escolhemos um público acima de 40 anos, mais adequado ao perfil do cantor", lembra.

CONVIDADO VIP Em junho, no jogo entre Brasil e Argentina, no Mineirão, a empresa repetiu a tática. Convidou 80 clientes para os quais providenciou transporte e um kit oficial com camisa da Seleção, buzina e outros itens para torcer. Outra estratégia foi promover um encontro com fondue.

A Brisa Empreendimentos Imobiliários adotou a indicação premiada. Segundo o diretor de incorporação, Marcus Magalhães, tanto quem indicou quanto o indicado são premiados. Nos lançamentos dos empreendimentos, a empresa sempre dá brindes aos convidados, como taças, utensílios domésticos e bebidas finas. Os compradores já receberam, até, TV de plasma de 42 polegadas.

Nem toda ação que visa agradar ao cliente, no entanto, se dá com brindes. A gerente de marketing da Construtora RKM diz que busca ações sustentáveis. "Podemos elaborar um projeto de revitalização da rua onde temos um empreendimento ou, ainda, depois de entregar um edifício, promover um evento para integrar os moradores, dando a oportunidade de criarem laços de amizade, não só entre adultos, mas também com as crianças", revela.

Jânio Valeriano, diretor de empreendimentos da Paranasa, diz que a empresa aposta na personalização e comodidade do cliente. A construtora criou o programa Afinity, que dá opções de mudança na planta e no acabamento dos apartamentos. Pelo próprio site da empresa o cliente tem idéia se a alteração que deseja fazer vai aumentar ou até diminuir os custos do imóvel. A construtora também aposta em estande moderno, com geometria e design inovadores, para atrair possíveis clientes que desejam conhecer os prédios em construção.

Voltar



13. Jornal do Commercio - RJ
Atrasos na entrega de obras se multiplicam

EDNA SIMÃO
DA EQUIPE DO CORREIO

Não são apenas os mutuários do Residencial Morada do Parque, em Águas Claras, que estão sofrendo com atrasos na entrega do apartamento. Segundo o advogado da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Geraldo Tardin, existem várias ações correndo na Justiça contra construtoras e cooperativas que descumpriram prazos para entrega dos apartamentos. Em cenário de forte crescimento da construção civil, o consumidor precisa estar mais atento para não cair em uma armadilha.

Um dos casos mais graves está o Edifício Coliseum Residence, também em Águas Claras. O advogado disse que existem duas ações coletivas contra a Dominium Empreendimentos Imobiliários e Construções, responsável pela obra. Pelo projeto, o prédio terá 18 andares com duas torres e 134 apartamentos. A primeira, deveria ter sido entregue em 2006. Porém, apenas cinco andares foram construídos e a obra está parada.

O técnico de telecomunicações, Gecenir Parreira Luciano, de 49 anos, decidiu em 2004 comprar um apartamento de dois quartos da Dominium. Empolgado com a aquisição, que seria entregue em meados de 2006, deu como entrada um imóvel de R$ 96 mil e mais R$ 1,6 mil em cheque. O restante da dívida seria quitada em 30 parcelas de R$ 1,4 mil. Esse pagamento começaria em julho de 2006, data marcada para o recebimento das chaves do imóvel. O técnico está aguardando até hoje.

No final do ano passado, ele decidiu entrar em uma ação coletiva pedindo rescisão de contrato. "Nunca mais compro imóvel na planta ou em construção e, quando alguém me pede sugestão sobre isso, digo que é melhor pagar um pouco mais do que correr risco" afirmou o mutuário.

DÍVIDA ATIVA. O advogado da ABMH contou que a situação de Gecenir é uma das mais graves, dentre os casos que acompanha, porque o imóvel dado como pagamento não foi repassado para o nome da empresa. Como a construtora não pagou o IPTU de 2006 e 2007, Gecenir está inscrito na dívida ativa do Distrito Federal.

Geraldo Tardin frisou que muitas pessoas são lesadas porque não há o costume de se fazer advocacia preventiva no país. O contrato e a documentação devem ser analisados por um profissional antes que o negócio seja firmado. No caso do Edifício Coliseu, a construtora não tinha nem autorização para realizar a venda dos apartamentos. Isso porque, era necessário o memorial descritivo do empreendimento, que não existe.

O diretor da Dominium Construtora, Saulo Lúcio de Oliveira, disse que as obras do edifício devem ser retomadas em agosto para que a entrega seja feita em dezembro de 2009. Ele explicou que o atraso ocorreu porque nem todas as unidades foram vendidas e a empresa depende do dinheiro dos mutuários para dar seqüência às obras. Segundo Oliveira, estava previsto no contrato que a data de entrega poderia ser alterada, caso os apartamentos não fossem vendidos ou se houvesse elevada inadimplência.

A técnica do Procon-SP, Renata Reis, explicou que o consumidor deve sempre desconfiar das ofertas oferecidas pelas construtoras. Além disso, a existência de um percentual de inadimplência no contrato para justificar atrasos em obras é uma cláusula abusiva. Por isso, além de fazer uma análise criteriosa da idoneidade da construtora antes de assinar um contrato, é mais seguro fechar negócio com empresas que têm parcerias com instituições financeiras.

Por exemplo, existem muitas construtoras que trabalham com a Caixa Econômica Federal e, por isso, têm compromisso de entrega, já que as obras são financiadas com recursos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Se o mutuário ainda cair em armadilha das construtoras, Renata recomendou que o lesado faça o mais rápido possível uma reclamação no Procon e entre com ação na Justiça para solicitar recebimento de um aluguel por mês durante todo o período de atraso da obra.


Voltar



14. Jornal da Paraiba - PB
Começa reforma de casarões no Varadouro

JANAÍNA MACÊDO

OBRAS - Lixo e entulhos já começaram a ser retirados dos imóveis mais de 12 toneladas de lixo e entulhos que se encontram nas áreas internas de sete casarões do Centro Histórico da capital começaram a ser retirados no início da semana. Os prédios serão recuperados para a construção dos 35 apartamentos que fazem parte do Programa Moradouro, de iniciativa da Prefeitura de João Pessoa (PMJP). O secretário adjunto da Secretaria Municipal de Ação Social (Semhab), José Guilherme de Almeida, adiantou que até a próxima sexta-feira, deverá ser assinado o contrato entre a empresa licitada que fará a obra e a Caixa Econômica Federal, financeira do empreendimento. "Esperemos começar as atividades em 30 dias e concluir serviço em 12 meses".
A obra faz parte do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), tem recursos do governo federal e fará parte de um complexo de revitalização e recuperação urbana do bairro do Varadouro, onde já funciona o Centro de Comércio e Serviços, o Centro Vocacional de Tecnologia e Terminal de Integração.
Nos prédios não poderão ser construídas garagens, mas a PMJP está estudando a possibilidade de adquirir espaços nas redondezas que abriguem os automóveis. "Não podemos construir uma garagem porque vai ferir o projeto original dos casarões, que devem ser mantidos por se tratarem de prédios tombados pelo Patrimônio Histórico", argumentou Rossana Honorato, coordenadora de Proteção dos Bens Históricos e Culturais do Município (Probech-JP).
A pré-seleção dos contemplados com o imóvel aconteceu no ano passado e priorizou pessoas que fazem parte do cenário artístico e cultural da cidade. "O Varadouro é uma região marcada pelos movimentos culturais, por isso abrimos a seleção para pessoas desse segmento. Mas todos eles tiveram que comprovar que mantêm uma baixa renda, mas que possibilite o pagamento das prestações", acrescentou o secretário adjunto da Semhab.
ESTRUTURA
Cada um dos sete casarões abrigará cinco apartamentos. Eles estão orçados em aproximadamente R$35 mil e uma prestação em torno de R$245, que corresponde a 0,7% do valor do imóvel. A área construída de cada um vai variar de 52 a 68 metros quadrados e conterá dois quartos, sala única, cozinha, área de serviço e banheiro.


Voltar



15. Diário de Pernambuco - PE
Sergipana Norcon chega ao mercado pernambucano

CONSTRUTORA // Primeiro lançamento está previsto para agosto e será em Boa Viagem
Mirella Falcão
Enviada especial

Aracaju - Com mais de dois milhões de metros quadrados construídos, totalizando 17 mil unidades residenciais e comerciais nos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia, a construtora sergipana Norcon desembarca agora em Pernambuco de olho no potencial imobiliário do estado diante dos grandes investimentos que estão chegando em Suape. Considerada a maior construtora e incorporadora do Norte e Nordeste no segmento residencial, a Norcon pretende explorar a Região Metropolitana do Recife com empreendimentos voltados para a classe média e baixa renda. O valor estimado dos primeiros lançamentos da construtora varia entre R$ 48 mil e R$ 190 mil. O prazo de entrega é de 12 a 30 meses, com pagamento de apenas 30% do imóvel até as chaves.

"Pernambuco se encontra em um excelente momento de desenvolvimento econômico, em virtude especialmente de grandes obras como a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul", pontua o superintendente da Norcon em Pernambuco, o engenheiro Ricardo Naves.O primeiro lançamento da construtora no estado está previsto para agosto e será no bairro de Boa Viagem, perto do Shopping Recife, na Rua Carlos Pereira Falcão.

Valor estimado dos primeiros lançamentos da norcon no grande recife varia entre r$ 48 mil e r$ 190 mil. até as chaves paga-se apenas 30%

O empreendimento se chama Park Camille Rodin e possui duas torres, com 22 e 21 andares, respectivamente. Ao todo, são 172 apartamentos, sendo 4 por andar. Serão dois tipos de apartamentos. Um com uma área de 60 m2, três quartos, suíte e dependência completa, custando a partir de R$ 115 mil. As unidades de 43 m2, com dois quartos e suíte, serão vendidas a partir de R$ 90 mil. As duas torres ficarão prontas dentro de 30 meses.

O segundo lançamento será também em Boa Viagem e está previsto para setembro. O edifício Wanya Gama fica à Rua Dona Magina Pontual, próximo ao restaurante Laçador. Terá 21 andares, com quatro apartamentos cada, sendo todos de 60 m2 e 3 quartos com 1 suíte. Os preços ficarão a partir de R$ 115 mil. O terceiro empreendimento para famílias de classe média será em Piedade, nas proximidades do Hotel Dorisol.

Serão duas torres, com 150apartamentos cada, sendo seis por andar. As unidades possuem 69 m2 e 73 m2, todas com 3 quartos, 1 suíte e banheiro de serviço. "Há possibilidade de transformar esse banheiro em mais uma suíte ou de converter um dos quartos em uma dependência de empregada. Cerca de 40% das unidades desse imóvel têm duas vagas na garagem", adianta Naves. Os valores variam entre R$ 120 mil e R$ 190 mil.

Para os empreendimentos de apenas uma torre, o prazo de entrega é de 24 meses. A comercialização dos imóveis será através da Jairo Rocha. Todos os edifícios são dotados de áreas de lazer como salão gourmet (normalmente na cobertura), sala de ginástica, espaço zen, salão de festas, piscina e, no caso dos edifícios com duas torres, quadra de esportes. "O imóvel é entregue com todos os equipamentos nessas áreas", garante o superintendente.

Voltar



16. Diário Popular - RS
Editorial:

A Construtora Pelotense, empresa que atua nos setores da construção civil e pesada, pretende atingir um faturamento de R$ 30 milhões neste ano, o que significará aumento de 50% em relação a 2007. O crescimento será alcançado com a realização de obras de grande porte, como a infra-estrutura para a ampliação da Aracruz Celulose, em Guaíba, que já começou. Outros grandes investimentos no Estado, como os da Votorantim Celulose e Papel (VCP) e Stora Enso, poderão resultar em contratos de novas obras. A empresa tem previsão otimista quanto ao crescimento industrial da Metade Sul, com novos investimentos, inclusive a instalação do Pólo Naval em Rio Grande, e está preparada para deles participar. Considera também que as prefeituras têm investido mais em obras de infra-estrutura, ampliando o campo de trabalho das empresas da construção pesada, como é o caso de Pelotas. A Construtora Pelotense tem, atualmente, contratos a executar que totalizam R$ 130 milhões.

Presidida pelo engenheiro Luís Roberto Ponte, trata-se de uma empresa pelotense - como a sua própria denominação indica. Destaca-se, há muito tempo, no contexto estadual e nacional, não só pelo grande número de obras realizadas e em execução, como também pela sua evolução tecnológica. É uma das cinco maiores construtoras do Estado. Ao completar 50 anos, neste mês, a empresa tem amplo currículo de obras nos diversos segmentos, tanto da construção civil como pesada. Com sólida estrutura financeira, caracteriza-se pelo desenvolvimento de tecnologias, criando um padrão qualificado na execução de projetos.

O crescimento da empresa, a partir do município de origem - Pelotas, onde tem sua sede - abrangeu diversas áreas: obras públicas - municipais, estaduais e federais; rodovias, portos, aeroportos, conjuntos habitacionais e edificações em geral; obras de saneamento, como barragens, redes e estações de bombeamento e tratamento de água e esgoto, além de concessão rodoviária, serviços de telefonia e incorporação imobiliária. Comercialmente, a empresa opera unidade de britagem e usina de asfalto no distrito da Cascata, em Pelotas, a qual vem sendo ampliada, com a meta de atingir produção anual de até 200 mil metros cúbicos de brita e 150 mil toneladas de concreto asfáltico.
Sempre ampliando e diversificando suas atividades, a Construtora Pelotense propõe soluções que vão além da construção. A expansão da sua estrutura possibilitou atuar junto a projetistas, oferecendo sua experiência em gestão e serviços integrados de engenharia. Também faz parte do grupo Pelotense CPL Construções Ltda, que atua na área de incorporação e construção imobiliária. Além disso, o grupo possui importante participação acionária na empresa Brita Rodovias S.A., que tem a concessão do Pólo Rodoviário de Gramado. Destaca-se também que a empresa demonstra, objetivamente, ter responsabilidade social; por exemplo, seus canteiros de obras são centros de formação profissional, que já qualificaram milhares de trabalhadores; seu respeito ao meio ambiente se concretiza em códigos internos de conduta ambiental e constante treinamento do seu pessoal para sua execução.

Exemplo de empresa dinâmica, exitosa numa área de grandes empreendimentos e extremamente competitiva, a história da Construtura Pelotense é um forte estímulo ao desenvolvimento, em Pelotas, do espírito empreendedor.


Voltar



17. Diário do Nordeste - CE
Curso aborda pré-fabricados

Sistema de pré-fabricados de concreto é uma das alternativas para erguer edificações com agilidade e qualidade

Para manter o mercado atualizado e executando obras dentro das normas técnicas, a Associação Brasileira de Construção Industrializada de Concreto (ABCIC) promove na próxima terça-feira (05) curso sobre o sistema construtivo no Hotel Othon Palace, em Fortaleza, das 8h30min às 17h30min. As palestras serão proferidas pela diretora executiva da ABCIC, Iria Licia Doniak.

O sistema de pré-fabricados de concreto é uma das alternativas vantajosas para erguer edificações com agilidade e qualidade, devido à utilização de estruturas e fachadas produzidas na própria indústria, observando-se todos os critérios de padronização e normalização. De acordo com o gerente regional da ABCP, Eduardo Barbosa de Moraes, o crescimento do sistema construtivo de pré-fabricados de concreto ocorre em função da industrialização das obras e da necessidade das construtoras reduzirem entulhos, otimizarem o tempo de execução e o custo total da obra. Segundo ele, o setor está trabalhando para aumentar a produtividade nas obras, com qualidade.


Voltar



18. O Tempo - MG
Camargo Corrêa lança Aqua Clube Residencial

Empresa nacional foca no desenvolvimento de projetos em Minas Gerais. Primeiro empreendimento terá 384 apartamentos de dois, três e quatro quartos, com preços a partir de R$ 180 mil

ALESSANDRA MIZHER

O clima ameno e o relevo diferenciado não têm sido os principais atrativos da capital mineira. A primeira cidade planejada do Brasil vem se mostrando atraente também para o segmento imobiliário. Prova disso é a chegada de grandes construtoras e incorporadas de outros Estados para investir no mercado imobiliário da capital.

Esse foi o caso da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), empresa que faz parte de umdos maiores grupos empresariais do país, o Camargo Corrêa. O primeiro empreendimento em solo mineiro já está com lançamento marcado para o próximo mês. O Aqua Clube Residencial, no Buritis, região Oeste de Belo Horizonte, reúne características de um imóvel de alto padrão, porém, é direcionado ao segmento médio. Serão 384 apartamentos de dois, três e quatro quartos em uma área de 26 mil metros quadrados, com mais de 60 opções de lazer.

Para Mauro Lima, superintendente de incorporações regionais da CCDI, o condomínio reúne elementos que proporcionam bem-estar, conforto, segurança e qualidade de vida. A CCDI, também listada no Novo Mercado da Bovespa, é uma unidade do grupo Camargo Corrêa que atua no ramo de incorporação, desenvolvendo imóveis residenciais e comerciais que atendem aos principais segmentos de mercado, do alto padrão aos de menor renda. Com receita bruta de R$ 12,4 bilhõesem 2007, o grupo Camargo Corrêa atua em 20 países e emprega mais de 57 mil pessoas. Éumdos maiores conglomerados empresariais privados do país.

Nascido de uma pequena empresa de construção, em 1939, o grupo hoje tem atuação diversificada e está estruturadoemcinco divisões: engenharia e construção; cimentos; calçados, têxteis e siderurgia; concessões e incorporação, meio ambiente e corporativa.

No setor de engenharia e construção, a Camargo Corrêa é conhecida por sua participação na realização de algumas das mais importantes obras de infra-estrutura do país, entre elas a usina hidrelétrica de Tucuruí, a ponte Rio-Niterói, o metrô de São Paulo e o Aeroporto Internacional de Guarulhos, na capital paulista.

Quais os planos de expansão da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário?

A empresa está colocando em prática alguns planos de expansão nas cidades de Belo Horizonte, Vitória, Curitiba e Recife. Nas capitais de Minas e do Espírito Santo, os projetos já estão implantados e,emCuritiba e no Recife, estão em fase de implementação. Para a expansão foram feitos estudos sócioeconômicos, geográficos e de mercado para análise do melhor empreendimento imobiliário para cada região. EmBelo Horizonte, foi observada uma grande demanda reprimida do segmento. Assim, acredito que o crescimento na capital mineira está sendo ainda maior, principalmente se comparado às outras capitais.

Em 1996, a CCDI atuava como administradora dos bens do próprio grupo. Em 2003, para acompanhar o crescimento do mercado imobiliário, a empresa foi transformadaemincorporadora. Hoje, está entre as dez maiores do país. Em 2007, atingiu R$ 1,2 bilhão no Valor Geral de Vendas (VGV).

Como é o empreendimento de Belo Horizonte?

Escolhemos um excelente terreno com cerca de 26 mil metros quadrados de área na região do Buritis para abrigar o Aqua Clube Residencial, voltado para a classe média. Serão três torres de 16 pavimentos cada, num total de 384 apartamentos. Em cada uma dessas torres, serão duas entradas sociais independentes com quatro apartamentos por andar. Os apartamentos dividem-se em unidades de 67 metros quadrados e dois quartos com suíte; outras de 85 metros quadrados, três quartos e uma suíte; e coberturas de 123 metros quadrados com quatro quartos e duas suítes. Todos eles terão sala de estar para dois ambientes e cozinhas integradas à varanda gourmet. Cada um dos apartamentos de dois e três quartos terá duas vagas de garagem à disposição e, para as coberturas, serão destinadas três vagas e outras 24 ficarão reservadas para visitantes.

O que a CCDI está trazendo de novidade na área de lazer?

Estamos oferecendoumparque aquático com diversas piscinas e cerca de 490 metros quadrados de lâmina d'água. Além disso, serão mais de 60 itens na área de lazer oferecida pelo empreendimento, como quadras poliesportiva e de tênis, campo de futebol, salões de festas e de jogos, espaço mulher com spa, fitness, sauna, salão de beleza, brinquedoteca, children care, cinema, redário, circuito para caminhada, praça da babá e pet place. Os moradores também poderão usufruir de mirante, tatame, vestiários, garage band, lan house, vestiários, squash e ateliê.

Qual será o valor dos apartamentos?

O valor médio do apartamento de 67 metros quadrados é de R$ 180 mil e o de 85 metros quadrados chega a R$ 230 mil. Podemos adiantar que, com este empreendimento, estamos esperando um valor geral de vendas de R$ 80 milhões. Além disso, antes da implementação do empreendimento em Belo Horizonte, foram feitos estudos e consultorias com uma empresa de administração de edifícios. Assim, o esperado é que a taxa de condomínio do empreendimento depois de pronto chegue a R$ 250 por unidade. Os projetistas e consultores contratados conseguiram pensar alternativas para otimizar o uso da área de lazer.Umadas medidas será a reutilização da água pluvial para a limpeza e manutenção de jardins e áreas comuns ou o uso de energia solaremalguns espaços específicos.

Por que a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário decidiu investir na capital mineira?

O mercado mineiro tem sido uma das principais apostas de empresas do segmento imobiliário, principalmente pelo potencial de crescimento da cidade e o perfil sócio-econômico da população. A empresa também tem planos de expandir, ainda em 2008, para os Estados do Paraná, Espírito Santo e Pernambuco.

"O residencial fica no maior terreno encontrado no Buritis"

"Pesquisas confirmam que em BH não há residenciais como o Aqua Clube"

Publicado em: 31/07/2008


Voltar



19. CruzeiroNet - SP
Casas ecológicas: a natureza agradece

Fernando Guimarães

Uso de produtos ecologicamente corretos colabora com a preservação do meio ambiente e com a qualidade de vida

Atualmente, fala-se muito em consciência ambiental e preservação dos recursos não-renováveis ou finitos, como é o caso da água. Buscando aliar a tecnologia à ecologia, a construção civil vem desenvolvendo produtos certificados como ecologicamente corretos para o desenvolvimento e concepção de uma habitação sustentável.

O arquiteto Beto Caiuby é um desses profissionais preocupados com a sustentabilidade do planeta. Ele é autor do projeto arquitetônico de uma casa construída com 660 metros quadrados, utilizando-se materiais de construção ecológicos oferecidos no mercado. A gente tem de procurar fazer uma casa sustentável aos moldes do mercado atual. Não posso ficar aguardando o lançamento de outros produtos ecológicos, observa Caiuby.

A obra está na fase de acabamento. Começou a ser construída no final de 2005 e durante esse período desafios foram surgindo, mas os avanços também. Tudo para concluir a obra dentro da proposta dos proprietários. O custo da construção é alto, entretanto, segundo o arquiteto, as pessoas podem fazer o que estiver ao seu alcance para ajudar na preservação do meio ambiente.

A casa em questão está sendo construída em um terreno de 960 metros quadrados de um condomínio fechado, em Votorantim. Caiuby, porém, destaca que em outras cidades existem casas sustentáveis, como é o caso de Ibiúna. O processo de construção de uma casa sustentável é extremamente interessante e nós aprendemos muito, diz o arquiteto, referindo-se à equipe envolvida na obra.

O conceito de casa ecologicamente correta, ou habitação sustentável, define-se pelo uso de madeiras certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal, de tintas ecológicas, verniz à base de água, pintura à cal, impermeabilização de áreas úmidas com óleo de mamona, tubos de PVC, tijolos de demolição, pisos de cimento e jardins no lugar de porcelanato, reutilização e captação da água de chuva, substituição da energia elétrica pela solar, entre uma variedade enorme de materiais ecológicos.

Caiuby comenta que a equipe sempre teve a preocupação de escolher as empresas fornecedoras que são certificadas com selos de controle ambiental. A gente sempre valorizou essas empresas, afinal de contas, elas estão fazendo a parte delas nos fornecendo o que há de melhor e nós fazemos a nossa dando preferência a elas, que fizeram altos investimentos para se tornarem sustentáveis, afirma.

Dentre os avanços verificados na obra, Caiuby cita o sistema de reaproveitamento da água de chuva. Ela é captada por um conjunto de calhas e armazenada em uma cisterna. Ali, ela recebe tratamento de cloro e filtragem e, em seguida, é bombeada para reservatórios situados na parte superior da casa e que abastecem as águas servidas nos vasos sanitários, para lavagem de carros e calçadas e, também, para a irrigação do jardim, feita por um processo de aspersão.

O profissional explica que na construção a preocupação com o assunto tem crescido cada vez mais, e as pessoas têm consultado mais profissionais da arquitetura com a finalidade de viabilizar uma casa sustentável. Hoje em dia, dificilmente um arquiteto modificará um terreno, com a remoção de árvores ou formações rochosas, para plainar a área e prepará-la para a construção. Tudo utilizado e empregado da melhor forma possível.

Atualmente, universidades e laboratórios estudam várias possibilidades de se desenvolver produtos ecológicos em substituição aos materiais convencionais. É de fundamental importância que cada pessoa faça a sua parte dentro de suas possibilidades. Só assim, mudaremos a realidade do nosso ecossistema, destaca Caiuby.

Voltar



20. Vou Nessa - SP
Rede Imobiliária Campinas Secovi oferece Consórcios

Associadas da Rede Imobiliária Campinas Secovi passam a oferecer Consórcios a seus clientes O Consórcio Nacional Embracon acaba de fechar parceria com a Rede Imobiliária Campinas Secovi. A partir de agora, as 30 imobiliárias asscociadas poderão disponibilizar aos seus clientes a modalidade Consórcio, sob a administração e responsabilidade da Embracon. Segundo o presidente da Rede Imobiliária Campinas Secovi, Rodrigo Coelho, o objetivo dessa parceria é ampliar as possibilidades de negócios oferecidos pela entidade e, ao mesmo tempo, garantir segurança, comodidade e atendimento personalizado aos clientes. A expectativa da Embracon com este parceria é de um crescimento de 30% de vendas na região.

A busca por consórcio no Brasil e na região de Campinas tem registrado números vigorosos ao longo do primeiro semestre deste ano. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), somente nos quatro primeiros meses deste ano, mais de 484 mil pessoas aderiram ao sistema para comprar a sonhada casa própria no País. O total de participantes é 15,4% maior em relação ao mesmo período de 2007, sendo o maior registrado desde os anos 90.

Os números da ABAC mostram também que de janeiro a abril, 19,4 mil consorciados foram contemplados, um volume 27,2% maior na comparação com o mesmo período do ano passado.

Para a gerente de parceria imobiliária do Consórcio Embracon, Leila Lopes Ferreira, esse crescimento se deve a alguns fatores. "O crescimento no consórcio de imóveis no primeiro semestre, segundo a ABAC é devido a melhora do poder aquisitivo das classes B e C, que hoje alem de estar ganhando mais tem optado por se programar para adquirir seu tão sonhado imóvel e outros que estão se programado para o segundo imóvel (Campo ou praia), o consórcio oferece vantagens que outras linhas de crédito não oferece como: compra de terreno, crédito para reforma e construção.

Fundado em 1988, o Embracon possui cerca de 100 mil consorciados ativos. Conta com 41 filiais, sete unidades de negócios espalhadas pelo Brasil, 981 funcionários e mais de 600 parceiros comerciais em todo o território nacional. Pretende com o crescimento do mercado chegar no final de 2008 com um faturamento aproximado de R$ 1,2 bilhão.

fonte: Assessoria de Imprensa

E-mail (contato): silvia.barros@medialink.com.br


Voltar



21. Comunique-se - RJ
COM OBRAS INICIADAS E ENTREGA EM 18 MESES MAC APRESENTA NO JARDIM DO GOLF O PRIMEIRO CONDOMÍNIO CLUB

( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) O bairro Jardim do Golf, próximo da Chácara Flora e Jardim Marajoara, bem ao lado do São Paulo Golf Club, está recebendo o primeiro empreendimento com a qualidade Mac Construtora e Incorporadora.

As obras já foram iniciadas no Viva Jardim do Golf e a entrega está prevista para janeiro de 2010, sendo o primeiro condomí­nio clube da região em um terreno de 20 mil metros quadrados, 90% dele de área total destinada a mais de 25 itens de lazer.

Os apartamentos terão vista para uma grande área residencial arborizada e horizontal. As unidades de quatro dormitórios com suí­te tem áreas de 133 ou 163 m2 privativos e contarão com amplos terraços com churrasqueira e visão permanente para a zona residencial.

O potencial de valorização do bairro se completa com a expansão da linha 5 do metrô até 2010 e a abertura de novas vias de acesso com a interligação do Rodoanel, permitindo que o crescimento seja planejado e criando uma ilha de tranquilidade com toda infra-estrutura de serviços na própria região.

O Viva Jardim do Golf tem projeto arquitetônico de Marcio Cury & Azevedo Antunes, paisagismo de Benedito Abbud e Decoração de Débora Aguiar.

Sobre a MAC

Reconhecida pela qualidade de seus empreendimentos de alto padrão, a MAC Construtora e Incorporadora fechou o ano de 2007 com um faturamento de R$ 117 milhões representando um crescimento de 29% em relação ao ano anterior.

O lançamento de 8 empreendimentos, com 1724 unidades, totalizou R$ 406 milhões em VGV, superando os R$ 311 milhões de 2006. O percentual de vendas contratadas sobre VGV lançado foi um dos mais altos do mercado, atingindo 75%.

Para este ano a empresa projeta um crescimento de 185% em seu faturamento. No mês de abril foi apresentado o primeiro empreendimento de 2008, com VGV de 90 milhões. O Soberano Parque do Ipiranga foi totalmente vendido em 30 dias. Este ano a MAC ainda pretende lançar 10 novos produtos.

Um dos diferenciais da MAC é o PCP - Programa de Capacitação Profissional que tem por objetivo formar, capacitar e treinar todos os engenheiros, arquitetos e estagiá¡rios através de palestras técnicas com renomados profissionais do setor é um dos segredos do sucesso da MAC no desenvolvimento de empreendimentos diferenciados.

Estão no portfolio de empreendimentos com assinatura MAC obras emblemáticas como o THE BLUE LOFT, pela arquitetura duplex; o RAIL, pelo processo construtivo com a utilização de alvenaria estrutural; o NOVA KLABIN, o recorde que foi vendido totalmente em apenas 18 horas; e o AQUARELLE, um dos pioneiros no lazer de luxo, com golfe em drive range e putting green e piscina com borda infinita.

Hoje a MAC ocupa lugar de destaque entre as 10 construtoras e incorporadoras de São Paulo, premiada com o Master Imobiliá¡rio em 2002, 2004, 2006, 2007 e 2008.

Informações para Imprensa: Sí­laba Comunicação e Marketing
Denise Monteiro - (11) 5531-7375 / 5073-4954 / 9442-7777
www.silabacomunicacao.com.br
Jornalista Responsável:
Rose de Almeida - MTb 21.807 - (11) 9315-6736

Pauta postada em: 30/07/2008 11:29


Voltar



22. SEGS.com.br - SP
Marketing para empreendimentos imobiliários é tema de seminário em SP

Segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Luciano Fonseca
30-jul-2008

O evento mostrará como viabilizar um plano de ação estratégico e atingir efetivamente o consumidor. O encontro faz parte do 3º Fórum Nacional do Mercado Imobiliário, que será realizado entre os dias 05 e 07 de agosto.

No dia 07 de agosto, a IBC promoverá, em São Paulo, um seminário sobre marketing para empreendimentos imobiliários. O evento mostrará como viabilizar um plano de ação estratégico e atingir efetivamente o consumidor. O encontro faz parte do 3º Fórum Nacional do Mercado Imobiliário, que será realizado entre os dias 05 e 07 de agosto.

O seminário terá um workshop e três apresentações, que serão moderados pelo diretor da Caio Calfat Real Estate Consulting, Caio Calfat. A primeira palestra abordará os desafios de investimento de marketing em soluções diferenciadas e será ministrada pela professora e publicitária Sandra Pires de Almeida.

Já o diretor de vendas e marketing da Klabin Segall, Paulo Porto, falará sobre equipes de vendas próprias e terceirizadas. O executivo apontará os resultados destas duas formas de atuação, além de trazer estratégias para estruturar e gerenciar a equipe de vendas. E a terceira apresentação trará uma experiência prática no uso de ferramenta de relacionamento com imobiliárias.

A pesquisa de mercado para o mercado imobiliário será o tema do workshop que encerrará o evento. O sócio-diretor da Insearch Tendência e Estudos de Mercado, Fábio Mariano, mostrará como adotar metodologias e ferramentas de pesquisa de mercado aplicadas à segmentação e retenção de clientes.

O seminário faz parte do programa do 3º Fórum Nacional do Mercado Imobiliário, que a IBC promove entre os dias 05 e 07 de agosto. No encontro, os principais executivos do mercado apontarão tendências, oportunidades e riscos de investimentos para 2008 e 2009.
O evento é uma iniciativa do Informa Group Latin America com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/imobiliario ou na Central de Atendimento, pelo telefone 11-3017-6808.

AGENDA

Seminário sobre Marketing para Empreendimentos Imobiliários
Organização: Informa Group - IBC
Data: 07 de agosto de 2008
Local: Blue Tree Faria Lima - Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.989 - São Paulo - SP
Horário: das 08h50 às 12h30

3º Fórum Nacional do Mercado Imobiliário
Organização: Informa Group - IBC
Data: 05 a 07 de agosto de 2008
Local: Blue Tree Faria Lima - Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.989 - São Paulo - SP
Horário: das 08h20 às 17h40
Informações: 11-3017-6808 ou
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email " Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Website: www.informagroup.com.br/imobiliario

SOBRE O ORGANIZADOR

A IBC - International Business Communications - está no Brasil há 12 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group plc. (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial. www.informagroup.com.br


Voltar



23. O Liberal - PA
Sonho da moradia mais real

Edição de 30/07/2008

CASA PRÓPRIA
Caixa abre no Pará mais de 1.600 novos financiamentos só no primeiro semestre

Os financiamentos habitacionais no Pará com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) cresceram 84% no primeiro semestre deste ano. De janeiro a julho deste ano e dentro da mesma carteira, a Caixa, nacionalmente, também apresentou crescimento recorde de 47% em relação ao mesmo período de 2007, em uma demonstração de que o segmento habitacional continua aquecido. Considerando todas as fontes de recursos - FGTS e poupança - os empréstimos realizados pela Caixa no Pará totalizaram R$ 76,8 milhões destinados à compra de 1.600 unidades habitacionais. Desse montante, os recursos do FGTS foram responsáveis por R$ 44 milhões e os da poupança por R$ 32,8 milhões. Ao todo foram beneficiadas 3.420 pessoas e gerados 3.804 empregos. Neste primeiro semestre, o total contratado no Pará foi 36,6 % superior em relação ao mesmo período de 2007.

Em todo o País, a Caixa alcançou, no primeiro semestre de 2008, R$ 9,181 bilhões em contratações realizadas, considerando todas as fontes de recursos - montante 34% superior ao mesmo exercício do ano passado, quando registrou valor de R$ 6,8 bilhões. No Pará o valor total das contrações representou, em termos percentuais, um crescimento de 37% em relação ao verificado em 2007, quando as operações chegaram a R$ 56,2 milhões.

Em termos nacionais, o resultado representa 201.956 unidades habitacionais, 425.922 pessoas beneficiadas e 473.645 empregos gerados. Somente com recursos das cadernetas de poupança, a Caixa aplicou R$ 3,4 bilhões, 33% a mais que no mesmo período do ano passado. Os consórcios foram responsáveis por quase R$ 300 milhões em recursos para a casa própria.

Do total registrado em 2008, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é responsável pela contratação de R$ 5,4 bilhões - 47 % superior ao registrado em 2007. O montante de R$ 2,8 bilhões foi contratado no programa Carta de Crédito FGTS Individual, voltado para famílias com renda de até cinco salários mínimos.

Para o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, esse crescimento se deve à prática das melhores taxas de mercado pela instituição financeira e às mudanças nas regras do FGTS. 'A Caixa cumpre o seu papel de banco público, priorizando o atendimento e o desenvolvimento econômico e social da população de baixa renda, visando à redução do déficit habitacional', destaca.

Entre os alavancadores do crescimento, a Caixa destaca o Feirão Caixa da Casa Própria, o evento mais importante do setor habitacional e que passou por dez cidades brasileiras: São Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Uberlândia, Fortaleza, Curitiba e Rio de Janeiro. O evento contabilizou mais de R$ 4 bilhões e aproximadamente 56 mil negócios foram fechados e encaminhados. O Feirão também teve o maior público das últimas edições: contou com mais de meio milhão de pessoas.

NOVO X USADO

As contratações de crédito imobiliário em nível nacional, em 2008, têm forte participação das operações de aquisição e reforma de imóveis usados. Atualmente esta proporção é de 60% na quantidade e 56% no valor contratado. No total, a concentração de usados aumentou aproximadamente 10% em quantidade e 2% em valores em relação ao exercício de 2007.

Em termos de valores médios de imóveis e financiamentos não são verificadas diferenças entre novos e usados. Os dados mais recentes indicam que o valor médio das unidades financiadas com recursos da poupança é R$ 150 mil e, no caso do FGTS, esse valor varia entre R$ 55 mil e R$ 65 mil.

No primeiro semestre de 2008, a Caixa realizou 44% do orçamento previsto para o ano. Como historicamente registra-se um crescimento das aplicações no segundo semestre, a expectativa do banco é de fechar 2008 aplicando a totalidade do orçamento alocado.

Juros de empréstimo bancário sobem ao maior nível desde abril de 2007

Brasília (AE) - A combinação de um custo de captação mais elevado e o aumento da margem cobrada pelos bancos fizeram com que o juro médio passasse de 37,6% ao ano em maio para 38% ao ano em junho, o maior nível desde abril de 2007. A avaliação foi feita pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes. A despeito da alta dessas taxas, o volume de empréstimos continua crescendo.

No acumulado de 12 meses até junho, o juro médio acumula aumento de 1,3 ponto porcentual. Segundo Lopes, o aumento da taxa Selic, iniciado em abril, determinou parte desse aumento. Isso acontece porque a alta do juro básico eleva o valor pago pelos bancos para captar recursos que serão, posteriormente, emprestados ao mercado.

A taxa média foi influenciada, principalmente, pelo comportamento dos empréstimos para as pessoas físicas. Nessas operações, a taxa passou de 47,4% ao ano em maio para 49,1% ao ano em junho e também atingiu o mesmo nível de abril de 2007, quando também estava em 49,1% ao ano. Nos últimos 12 meses até junho, essas operações acumulam aumento da taxa de 1,3 ponto porcentual.

Nas operações para as empresas, o juro seguiu tendência contrária e houve redução de 26,9% ao ano para 26,6% ao ano, na passagem de maio para junho. Mas, no acumulado em 12 meses até o mês passado, a tendência também é de alta e o juro subiu 2,9 pontos porcentuais no período.

Spread

O spread bancário, diferença entre a taxa de captação dos bancos e de empréstimo, nas mesmas operações, permaneceu em 24,5 pontos porcentuais em junho, igual patamar de maio. O comportamento nos diferentes empréstimos, no entanto, foi distinto.

Nas operações para as famílias, houve aumento do spread de 1,2 ponto, de 33,5 pontos para 34,7 pontos entre maio e junho. E este foi outro fator que elevou os juros. Segundo Lopes, a alta decorre do movimento de mercado que tem favorecido operações com spreads maiores, o que influencia a média geral. Já no crédito para empresas, o spread caiu 0,6 ponto, de 14,5 pontos para 13,9 pontos. Em 12 meses, o spread geral caiu 1,3 pontos. Nos empréstimos para pessoas físicas, houve redução acumulada de 2,4 pontos e para as empresas, aumento de 1,3 ponto porcentual.

Inadimplência

A taxa de inadimplência nas operações de crédito do sistema financeiro caiu de 4,3% em maio para 4% em junho. No período acumulado dos últimos 12 meses até junho, a parcela dos empréstimos com atraso superior a 90 dias acumula redução de 0,7 ponto porcentual. Nas operações para as pessoas físicas, a inadimplência caiu de 7,4% para 7%, entre maio e junho. No acumulado de 12 meses, a redução é menor, de apenas 0,1 ponto porcentual.

Nas operações voltadas às empresas, o porcentual de parcelas em atraso caiu de 1,8% para 1,7%, em base mensal. Em 12 meses, a redução acumula 0,8 ponto porcentual até junho.

EXPANSÃO

As operações de crédito do sistema financeiro tiveram uma expansão de 33,4% no acumulado dos últimos 12 meses até o mês passado. Na comparação com maio, os empréstimos tiveram expansão de 2,1% em junho. Com a variação do mês passado, o estoque dessas operações aumentou de R$ 1,044 trilhão em maio para R$ 1,067 trilhão em junho. De acordo com o BC, a carteira de crédito do sistema financeiro em junho correspondia a 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Em maio, esse porcentual era de 36,3%

e, em junho de do ano passado, de 32%.

Segundo o BC, o aumento do volume de empréstimos no mês passado 'permanece refletindo o desempenho expressivo dos financiamentos para as pessoas jurídicas, ao mesmo tempo em que os empréstimos para pessoas físicas vêm sinalizando tendência de desaceleração'. Em junho, o volume de crédito para as empresas cresceu 3,3%, na comparação com maio, enquanto as operações para as famílias tiveram expansão de 0,7%, na mesma base de comparação.


Voltar



24. Valor Online - SP
Lançamentos de imóveis da CCDI caem no trimestre, mas vendas crescem

Valor Online
30/07/2008 18:50
SÃO PAULO - A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) informou hoje que fechou o segundo trimestre com lançamentos de imóveis no valor de R$ 196 milhões, sendo R$ 136 milhões próprios e o restante dos parceiros nos empreendimentos conduzidos em conjunto. Em relação aos R$ 468,3 milhões de lançamentos próprios em igual intervalo de 2007, a queda é de 70,9%.

A CCDI disse, no entanto, que as vendas contratadas de imóveis somaram R$ 357,6 milhões entre abril e junho, com a parcela correspondente à própria empresa somando R$ 252,1 milhões, uma alta de 255% na comparação com o mesmo item no segundo trimestre de 2007.

(Valor Online)


Voltar



25. Jornal do Comércio - RS
Projeto prevê revitalização completa

31/7/2008

Uma proposta audaciosa pretende modificar totalmente a estrutura do Cais do Porto da Capital. Ontem a empresa M. Stortti Consultores Associados (MSCA) apresentou o projeto arquitetônico, legal e financeiro que prevê investimento inicial da ordem de R$ 426 milhões nos primeiros cinco anos de obras.
A idéia de uma Parceria Público-Privada (PPP) foi descartada. A intenção agora é montar um sistema de concessão da área pública por um período de 50 anos - 30 anos prorrogáveis por mais 20. Desta maneira, a empresa ou o consórcio vencedor da licitação (que deve ser lançada ainda neste ano) seria responsável pela execução do projeto que atinge 150 mil metros quadrados de área construída, além de uma série de intervenções paisagísticas. "Queremos que o porto esteja remodelado já para a Copa do Mundo de 2014. Acreditamos que 80% das obras estarão concluídas um ano antes", informa o diretor da MSCA, Maurênio Stortti.
Com relação ao famoso Muro da Mauá, construído para evitar alagamentos, a proposta deve levantar polêmica. "O muro tem seis metros. Três para baixo e outros três para cima. Poderíamos rebaixá-lo e construir um talude de um metro e meio coberto com vegetação, o que vai possibilitar a visualização do cais", explica o arquiteto Rodrigo Poltosi.
Fora isso, está prevista a construção de três torres com altura inferior à chaminé do Gasômetro. Duas abrigariam até mil escritórios em uma ponta. Na outra, um hotel de luxo com 300 apartamentos e um centro de convenções com capacidade para mil pessoas. "Porto Alegre tem espaço para ampliar a rede hoteleira de alto nível", ressalta Stortti.
Em cada lado do cais seria construído ainda um estacionamento com capacidades para 2,3 mil e 1,2 mil veículos. Além disso, um shopping center de 13 mil metros quadrados de área para lojas compõe o projeto.
Segundo Poltosi, o deslocamento interno se daria através de um trem elétrico. "O antigo frigorífico abrigaria um museu e teríamos também um terminal hidroviário para receber passageiros na travessia entre Guaíba e a Capital", acrescenta o arquiteto.
Stortti salienta que o projeto é pioneiro no Brasil. "Ele tem como base a sustentabilidade", afirma. Ao fim do prazo de meio século, o poder público recebe de volta a área com toda a estrutura física construída, ao custo de uma indenização que será amortizada ao longo do período. "O Estado continua mantendo a posse do local e pode geri-lo através de governança conjunta", garante.


Voltar



26. JB Online - RJ
Gabeira e a proposta do Crea

Candidato vai à sede da entidade ouvir sugestões

Da Redação

O deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) e seu candidato vice pela prefeitura do Rio, Luiz Paulo Corrêa da Rocha, reuniram-se para um café-da-manhã ontem com o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), Reynaldo Barros. Gabeira foi ouvir as propostas da entidade para as situações emergenciais que a cidade vive.

Depois da refeição, os candidatos expuseram algumas propostas de seu programa de governo, que tiveram bom acolhimento por parte do presidente do Crea-RJ, em campanha para que o órgão seja mais ouvido pelo prefeito, o que não vem acontecendo na Era Cesar Maia.

Barros ofereceu a colaboração da entidade - que congrega aproximadamente 110 mil engenheiros e arquitetos - para um projeto da prefeitura que ajuda a população de baixa renda a construir ou reformar suas casas, diminuindo o déficit de residências que assola a cidade e acaba causando o inchaço das favelas.

A partir do meio-dia, os candidatos partiram para o Méier. Acompanhados de vereadores, Gabeira e Luiz Paulo panfletaram na hora do almoço, com uma ótima receptividade dos eleitores que o encontraram.

[ 31/07/2008 ] 02:01


Voltar



27. Diário do Povo - SP
Memória abandonada

Descaso com a história Casarão que abrigou hospital, e que pode ter sido obra de Ramos de Azevedo, está se deteriorando
Gilson Rei / gilson@rac.com.br
Da Agência Anhangüera
Um imóvel imponente, de quase 90 anos, que abrigou o antigo Hospital Sagrado Coração de Jesus, que segundo pesquisadores apresenta indícios de ser uma obra projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, está abandonado há dez anos com o risco iminente de deterioração na esquina das ruas Salustiano Penteado e Otávio Mendes, no bairro Botafogo, em Campinas. O abandono está atrelado ao processo de tombamento iniciado há oito anos e que ainda não foi concluído.

A ação conduzida pelo Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc) avalia tanto a autoria do projeto como a importância histórica e arquitetônica do antigo hospital. Enquanto isso, os proprietários do imóvel aguardam o desfecho do processo para dar um destino ao local. O prédio poderá ser utilizado no futuro para a instalação de consultórios ou de uma clínica médica, pois pertence à Intermédica Saúde, que detém uma ampla rede de hospitais, clínicas e maternidades em São Paulo, Santos, Jundiaí, Barueri e Sorocaba. Ontem, a Intermédica confirmou que há intenção de instalar no futuro alguma unidade médica no local, após as definições do Condepacc.

Apesar do imóvel estar em bom estado e conservar suas características e dependências, a demora neste processo de tombamento poderá comprometer a estrutura do prédio e Campinas perder parte de sua história, independentemente de ser ou não um projeto de Ramos de Azevedo.

O local sempre foi utilizado para atendimento médico na cidade e acabou no abandono, junto com a deterioração no entorno da antiga Estação Rodoviária Dr. Barbosa de Barros.

A coordenadora do Condepacc, Daisy Serra Ribeiro, disse que o prédio apresenta traços característicos de Ramos de Azevedo e que os técnicos buscam provas mais concretas para garantir que é realmente um projeto do famoso arquiteto. A construção do hospital aconteceu entre 1919 e 1935. No período inicial de obras Ramos de Azevedo começava a deixar Campinas para atuar em São Paulo.

ESTUDOS. A equipe do arquiteto pode ter participado dos primeiros anos de construção do Hospital Coração de Jesus. Além das formas semelhantes aos desenhos de outras obras de Azevedo, o prédio era de propriedade da Real Sociedade Portuguesa de Beneficência, que construiu o Hospital Beneficência Portuguesa, no Botafogo, com projeto do arquiteto.

Daisy afirmou que os estudos de tombamento do imóvel estão na fase final, mas que os conselheiros não deverão definir sobre o assunto na próxima reunião, marcada para 7 de agosto. "Esse processo poderá entrar na pauta da outra reunião, no final de agosto", afirmou. "Há necessidade de confirmações dos estudos e dos levantamentos e avaliar o contexto em que o imóvel está inserido", justificou. "Poderá haver um pedido de preservação de detalhes e de características importantes, sem inviabilizar projetos futuros para o imóvel", explicou a coordenadora.

O NÚMERO

89 anos atrás foi lançada a pedra fundamental e primeira pá de argamassa do Hospital Sagrado Coração de Jesus

Voltar



28. Correio do Povo - RS
Muro interativo faz parte da concepção

Um muro interativo junto ao Largo da Comunicação, voltado para a Borges de Medeiros, com divulgação de notícias durante 24 horas em outdoors, letreiros e telões, é uma das propostas de Luciana no projeto hipotético do Complexo Jornalístico Correio do Povo-Rádio Guaíba. O prédio de 11 pavimentos tem, no terraço e mezanino, espaços de interação com o leitor, como loja do Correio do Povo, serviços de atendimento ao cliente, arquivo, auditório para 250 pessoas e foyer. O salão multiuso e o restaurante com 200 lugares têm vista para o Marinha.
A arquiteta reservou o 1º e o 2º pisos para o CP e o 3º e 4º, para a rádio. A área comercial ocupa o 5º pavimento, a circulação, o 6º e a administração, o 7º. A direção e a presidência da empresa ficam na cobertura. Um estacionamento para 130 carros no subsolo complementa o projeto. Segundo Luciana, a estrutura mista de concreto e aço é de fácil execução. Ela conta que a inspiração para criar um novo espaço para a rádio e o jornal veio da infância. Outra motivação foi o projeto do arquiteto Renzo Piano para a nova sede do New York Times. Como resultado, ela teve o reconhecimento do departamento gaúcho do IAB.


Voltar



29. Maxpress Net - SP
SUSTENTABILIDADE É TEMA CENTRAL DA 17ª EQUIP DESIGN

"Hotel Verde" terá projetos de arquitetos e decoradores baseados no equilíbrio entre aspectos ambiental, econômico e social.

A Nova Equipotel 2008, maior evento hoteleiro e gastronômico da América Latina e um dos cinco mais expressivos do mundo, recebe, de 15 a 18 de setembro de 2008, a 17ª edição do Equip Design, um espaço direcionado aos profissionais do setor que buscam conhecer as novidades, lançamentos e tendências da arquitetura hoteleira voltadas à decoração.

Este ano, os 1.000 m² do Equip Design serão destinados a um hotel conceito construído por arquitetos e decoradores convidados que devem usar a sustentabilidade como tema central. O "Hotel Verde" terá projetos arrojados direcionados à arquitetura hoteleira que se baseiam em três aspectos do Tripé de Sustentabilidade: o ambiental, o econômico e o social, que devem coexistir em perfeito equilíbrio. Trata-se de um hotel interativo em tamanho natural, aberto durante os quatro dias da feira, onde todos os ambientes mostram projetos funcionais realizados sob medida para a hotelaria. Serão 11 espaços, sendo um looby, um coffee-shop, um restaurante e oito apartamentos temáticos, além de uma área exclusiva para patrocinadores.

O "Hotel Verde" também será destaque no primeiro dia do 3º Simpósio Nacional de Hotelaria, com debates sobre questões de ecologia e desenvolvimento sustentável nos empreendimentos. Para tanto, os organizadores firmaram parceria com a empresa Ambiente Global - Comunicação, Eventos & Sustentabilidade. A empresa planejou três palestras com os seguintes temas: estratégias de marketing responsável, consumo de água e energia e controle de resíduos sólidos. O primeiro tema trata de como os hotéis podem formar uma imagem ligada à sustentabilidade. O segundo explica estratégias de eco-eficiência. Já o último, toca na questão dos materiais descartados.

A Nova Equipotel 2008, a maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina e uma das cinco mais expressivas do mundo, já cresceu 20% em área construída este ano visando receber 50.000 visitantes no período de 15 e 18 de setembro de 2008, no Pavilhão de Exposição do Anhembi, em São Paulo. A expectativa do Grupo Equipotel é reunir mais de 1.000 expositores em uma área total de 55 mil m². A 46ª edição da Feira engloba cerca de 60 setores da economia e traz ainda seis eventos simultâneos: Equip Food&Drinks e sua Arena Gastronômica, Equip Design, Equip Spa&Wellness, Equip Conference e a 3ª Rodada de Negócios Equipotel.

Nova Equipotel 2008
Data: de 15 a 18 de setembro de 2008
Horário: das 13h às 21h (acesso até às 20h)
Pavilhão do Anhembi - São Paulo
Mais informações, acesse www.novaequipotel.com.br
Reserva de Credencial para Profissionais - até às 18h do dia 12/09 em www.novaequipotel.com.br/visitantes


Voltar



30. Maxpress Net - SP
SHOPPING MUELLER PROMOVE MOSTRA DE ECODESIGN

Arquitetos, decoradores e designers transformam o Piso Cinemas em ambientes de casa, compostos por móveis e objetos feitos com recursos que minimizam o impacto ambiental

Nesta sexta-feira (dia 1o/8), o Shopping Mueller abre a 1a Mostra Mueller Ecodesign - uma exposição com móveis e objetos de decoração especialmente criados sob o conceito da sustentabilidade. Até o dia 10/8, o Piso Cinemas permanece transformado em uma variedade de cenários, cada um representando um ambiente da casa. Todos são assinados por arquitetos, designers e decoradores curitibanos. São eles: Rose Guazzi, Marcelo Calixto (ambos coordenadores técnicos da mostra), Luiz Maganhoto, Daniel Casagrande, Cristiane Daros, Luciana Baggio, Calina Mussi, Sheila D'Amico, Eduardo Mourão, Yara Mendes, Danielle Branco Shmaedecke e Janaína Bohlke. Há ainda um ambiente criado por acadêmicos da Universidade Positivo e da UTFPR.
A 1a Mostra Mueller Ecodesign faz parte do calendário de comemorações pelo 25o aniversário do Shopping Mueller e está alinhada à política de preservação ambiental do empreendimento. "Percebemos a crescente tendência, em todos os segmentos, de valorização da preservação ambiental e da sustentabilidade. Queremos que o Shopping Mueller seja uma vitrine de inspiração para que as pessoas levem esses conceitos para dentro de casa", afirma a coordenadora de marketing do Shopping Mueller, Adriana Cardoso, idealizadora do projeto.
Aos arquitetos, decoradores e designers que desenvolveram os ambientes para a mostra, a orientação foi de utilizar recursos que minimizem o impacto ambiental - mas, sem abrir mão de estilo, bom gosto e conforto. Daí surgiram idéias como tapetes de fibra de bananeira, de fibra de bambu ou de não-tecido, móveis de madeira de reflorestamento, tecidos de fibras naturais, poltrona de bambu, pastilhas de plástico reciclado, entre outros. Todos compondo a varanda, sala de chá, escritório, living, dormitório, copa, ateliê de moda e espaço zen.
Para os arquitetos Rose Guazzi e Marcelo Calixto, a Mostra Ecodesign surge no melhor momento, em que o mundo discute a preservação ambiental. "É também um desafio aos profissionais paranaenses, que mostram em suas criações sustentáveis a mesma beleza e inovação comum em projetos arquitetônicos", adianta Guazzi, reconhecida por suas pesquisas em busca de materiais naturais, tendo sido a responsável pelo lançamento do capim dourado, uma gramínea nativa do estado do Tocantins, como revestimento em móveis e objetos de decoração.
Os princípios do Ecodesign são:
-escolha de materiais de baixo impacto ambiental, menos poluentes, não-tóxicos ou de produção sustentável, reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação;
-eficiência energética, utilizando processos de fabricação com menos energia;
-qualidade e durabilidade, com a produção de materiais que durem mais tempo e funcionem melhor, a fim de gerar menos lixo;
-modularidade, com a criação de objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, evitando a freqüência da substituição de produtos;
-proposta de objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros.


Voltar



31. Todo Dia - SP
Câmara aprova projeto que reserva espaço para ciclistas e deficientes

(Roberto Miamoto)

Arquivo/TodoDia Imagem

Projeto foi apresentado por Ademir José da Silva

Os vereadores de Santa Bárbara d'Oeste aprovaram ontem na sessão da Câmara quatro projetos. O primeiro dispõe sobre reserva de espaço ao fluxo de ciclistas, motociclistas e de faixas exclusivas de acesso e locomoção para pessoas portadoras de deficiências, com mobilidade reduzida e para pedestres nos projetos arquitetônicos de complexos viários e viadutos, apresentada pelo petista Ademir José da Silva.

Os parlamentares aprovaram ainda a instituição de campanha de conscientização e prevenção a acidentes de trânsito; responsabilidade da destinação de óleos comestíveis e a criação do programa de tratamento de reciclagem do produto; e a instituição do sistema de coleta seletiva de papéis, plásticos, metais, vidros e resíduos orgânicos de alimentos na Câmara. Os três projetos foram propostos pelo vereador Benedito Aparecido Ferreira, o Ditinho Ferreira (PP).

Também foi aprovada uma moção de apelo ao prefeito José Maria de Araújo Júnior, o Zé Maria (PSDB) para a construção de área de lazer no Jardim Santa Rita de Cássia, de autoria do presidente Raimundo da Silva Sampaio, o Itaberaba, (PSDB).

REUNIÃO

Itaberaba informou que se reúne hoje com a mesa diretora para tratar de assuntos administrativos, entre eles o caso envolvendo o afastamento dos cinco servidores que denunciaram fraude no concurso público, cujo ato foi assinado sozinho pelo tucano. Itaberaba descartou clima de terrorismo na Câmara e afirmou que a Justiça vai dizer quem está certo ou errado.


Voltar



32. Portal Fator Brasil - RJ
OSRAM realiza curso de iluminação, conceitos e projetos

Para orientar e apresentar instrumentos para a elaboração de projetos de iluminação de interiores feitos por arquitetos, engenheiros, designers e estudantes, além de auxiliar profissionais durante o processo de venda ou instalação, a OSRAM realiza no dia 18 de agosto de 2008 o curso de Iluminação, Conceitos e Projetos. O objetivo é aprender a criar projetos luminotécnicos e seguir as tendências de eficiência, economia, conforto, durabilidade e conservação de energia.

O mestre em arquitetura, Nelson Solano Vianna, apresentará os temas básicos de Luminotécnica como Conforto Luminoso, Sistemas de Iluminação, Grandezas Fotométricas e Critérios de Desempenho. No período da tarde haverá cálculos de iluminação, método ponto a ponto e cálculo luminoso dirigido. O grande diferencial é que toda a apresentação utiliza software de última geração para que as tecnologias sejam demonstradas por meio de animações que facilitam a compreensão. Durante o curso, também serão fornecidos uma apostila, um catálogo de produtos OSRAM e um certificado de participação.

Palestrante - Nelson Solano Vianna é mestre em arquitetura e doutorando pela FAU-USP e consultor autônomo na área de Conforto Ambiental e Energia desde 1979. Trabalhou como professor da FAU-USP, da Universidade Federal de Santa Catarina, e de universidades privadas. Atualmente é professor da Escola da Cidade, do curso de Especialização em Conforto Ambiental e Conservação de Energia da FUPAM/FAU USP e diretor da Geros Arquitetura. Publicou diversos livros sobre iluminação, arquitetura e conforto ambiental.

Inscrições - O número de vagas é limitado a 40 pessoas e a inscrição é sujeita a confirmação. Informações através do telefone: 0800 55 7084 (de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12 horas e das 14 às 17horas).Valor do curso - O valor deste curso é R$ 120,00. O pagamento é realizado através de boleto bancário. Sua inscrição será confirmada após o pagamento do boleto. IED São Paulo - Istituto Europeo di Design, Rua Maranhão 617, São Paulo - SP. Estacionamento - Riti Estacionamentos, único credenciado, acesso por duas vias: Rua Maranhão, 371 ou Rua Piauí, 600. [ Outros cursos de iluminação em outros segmentos no site: www.osram.com.br ].


Voltar



33. Clic News - RS
Shopping Mueller promove mostra de Ecodesign

Arquitetos, decoradores e designers transformam o Piso Cinemas em ambientes de casa, compostos por móveis e objetos feitos com recursos que minimizam o impacto ambiental

Nesta sexta-feira (dia 1o/8), o Shopping Mueller abre a 1a Mostra Mueller Ecodesign - uma exposição com móveis e objetos de decoração especialmente criados sob o conceito da sustentabilidade. Até o dia 10/8, o Piso Cinemas permanece transformado em uma variedade de cenários, cada um representando um ambiente da casa. Todos são assinados por arquitetos, designers e decoradores curitibanos. São eles: Rose Guazzi, Marcelo Calixto (ambos coordenadores técnicos da mostra), Luiz Maganhoto, Daniel Casagrande, Cristiane Daros, Luciana Baggio, Calina Mussi, Sheila D'Amico, Eduardo Mourão, Yara Mendes, Danielle Branco Shmaedecke e Janaína Bohlke. Há ainda um ambiente criado por acadêmicos da Universidade Positivo e da UTFPR.
A 1a Mostra Mueller Ecodesign faz parte do calendário de comemorações pelo 25o aniversário do Shopping Mueller e está alinhada à política de preservação ambiental do empreendimento. "Percebemos a crescente tendência, em todos os segmentos, de valorização da preservação ambiental e da sustentabilidade. Queremos que o Shopping Mueller seja uma vitrine de inspiração para que as pessoas levem esses conceitos para dentro de casa", afirma a coordenadora de marketing do Shopping Mueller, Adriana Cardoso, idealizadora do projeto.
Aos arquitetos, decoradores e designers que desenvolveram os ambientes para a mostra, a orientação foi de utilizar recursos que minimizem o impacto ambiental - mas, sem abrir mão de estilo, bom gosto e conforto. Daí surgiram idéias como tapetes de fibra de bananeira, de fibra de bambu ou de não-tecido, móveis de madeira de reflorestamento, tecidos de fibras naturais, poltrona de bambu, pastilhas de plástico reciclado, entre outros. Todos compondo a varanda, sala de chá, escritório, living, dormitório, copa, ateliê de moda e espaço zen.
Para os arquitetos Rose Guazzi e Marcelo Calixto, a Mostra Ecodesign surge no melhor momento, em que o mundo discute a preservação ambiental. "É também um desafio aos profissionais paranaenses, que mostram em suas criações sustentáveis a mesma beleza e inovação comum em projetos arquitetônicos", adianta Guazzi, reconhecida por suas pesquisas em busca de materiais naturais, tendo sido a responsável pelo lançamento do capim dourado, uma gramínea nativa do estado do Tocantins, como revestimento em móveis e objetos de decoração.
Os princípios do Ecodesign são:
-escolha de materiais de baixo impacto ambiental, menos poluentes, não-tóxicos ou de produção sustentável, reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação;
-eficiência energética, utilizando processos de fabricação com menos energia;
-qualidade e durabilidade, com a produção de materiais que durem mais tempo e funcionem melhor, a fim de gerar menos lixo;
-modularidade, com a criação de objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, evitando a freqüência da substituição de produtos;
-proposta de objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros.


Voltar



34. Maxpress Net - SP
PANAMERICANA INICIA CURSO DE DESIGN DE INTERIORES EM AGOSTO

A Panamericana Escola de Arte e Design está com inscrições abertas para o curso de formação em Design de Interiores. As matrículas podem ser feitas até o dia 15 de agosto.

Regulamentado pela Secretaria Estadual da Educação e reconhecido pela ABD - Associação Brasileira de Designer de Interiores e pelo CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, o curso é dividido em três etapas.

No início, o aluno aprende a ter domínio do espaço, da cor, da luz e dos materiais. Já no segundo momento, pesquisa materiais e aprende técnicas de computação gráfica, que servirão de ferramentas para executar projetos e ajuda no planejamento do espaço, dos móveis e revestimentos, além da criação do clima, utilizando a iluminação e elementos decorativos, entre outros. A última fase é reservada para a criação de projetos comerciais e de design do mobiliário. É também nesta etapa que o aluno aprende a fazer o detalhamento de todo o projeto, que inclui memorial descritivo, fluxograma de obras e desembolsos, administração e contratações de serviços.

Além das disciplinas básicas, o curso de Design de Interiores da Panamericana possui um módulo chamado "Desbloqueio". Esta disciplina consiste em criar condições para que o cérebro ofereça respostas novas a estímulos inusitados, provocados a partir de desafios propostos em sala de aula. "Queremos despertar nos alunos uma visão de mundo mais independente e criativa, libertando mentes de qualquer tipo de dogmas e regras da sociedade, que limitam a capacidade de criação", comenta Lipszyc.

A Panamericana Escola de Arte e Design possui duas unidades - rua Groenlândia e av. Angélica - equipadas com tecnologia de última geração, laboratórios de computação gráfica, estúdios de fotografia e de filmagem, auditório, livraria, cantina, café e galeria de arte, entre outros espaços de convivência cultural e artística.

Informações: Tel. (11) 3885 -7890 ou (11) 3887- 4200 - www.escola-panamericana.com.br


Voltar



35. Maxpress Net - SP
EMPRESAS PREOCUPADAS COM MEIO AMBIENTE RECICLAM PVC PARA PRODUÇÃO DE SANDÁLIAS

Material versátil, o PVC (policloreto de vinila), utilizado na construção civil, arquitetura, saneamento básico, brinquedos, revestimento de carros, entre outras aplicações ganha cada vez mais espaço no mundo da reciclagem. O exemplo vem de Juazeiro do Norte (CE), onde empresas trabalham na reciclagem de PVC para produção de sandálias.

A PVC Indústria e Comércio de Plásticos que fabrica sandálias a base de PVC reciclado recebe cerca de 120 toneladas de matéria-prima por mês, provenientes de depósitos de coletas seletivas do Norte e Nordeste do país. "A importância de se reciclar o PVC está na questão sócio-ambiental, pois evita que o material se acumule em lixões e aterros sanitários" salienta Wanderson Sampaio Gonçalves, diretor comercial da companhia. Segundo ele, uma das vantagens de se trabalhar com material reciclado é o baixo custo da matéria-prima. "Com isso, podemos oferecer produtos com preço mais acessível à população", comenta.

No mercado desde 1998, a empresa produz cerca de 330 mil pares de sandálias por mês. "Nossas sandálias sempre tiveram uma excelente aceitação, principalmente do público de baixa renda, em função do custo reduzido da sandália para o consumidor final. Testes realizados pela empresa mostram que as sandálias chegam a durar até 60 dias quando usadas diariamente", acrescenta Gonçalves.

Há mais de 13 anos no mercado a empresa Inbop Ltda, que fornece para todo o Brasil, produz cerca de 10 mil pares por dia. "Nosso modelo de PVC reciclado chega a durar entre 4 e 5 meses", comenta Cícero Roberto de Sa Barreto, supervisor de reciclado injetado da Inbop.

Segundo o executivo, a empresa exporta para o Paraguai cerca de 60 mil pares de sandálias de PVC reciclado a cada 15 dias. "Reciclamos cerca de 1,2 mil toneladas de PVC por ano oriundos de Recife, Paraíba, Fortaleza e Bahia. Além disso, reciclamos nossas aparas que vêm da nossa produção de sandálias com PVC virgem", acrescenta.

"A reciclagem de resíduos de PVC para a produção de sandálias no Brasil além de contribuir diretamente para que esse material não sobrecarregue aterros sanitários do país, possibilita que a população de baixa renda tenha acesso a um produto de qualidade com custo acessível", afirmou Miguel Bahiense Neto, diretor executivo do Instituto do PVC. "Além disso a atividade contribui para a geração de empregos para catadores, trabalhadores de depósitos de reciclagem, vendedores, entre outras funções", completou.

Informações para a imprensa:

Yellow Comunicação

www.yellowcomunicacao.com.br

Roberta Provatti/ Sandro Almeida

Tel: (011) 3061-4074


Voltar



36. Revista Publicittá - SP
Sony patrocina mostra Artefacto em Brasília

Anualmente, a Artefacto promove mostras de decoração nas lojas do Brasil inteiro. Os mais renomados arquitetos criam ambientes com o que há de mais moderno em design de móveis. Este ano, a Sony Brasil é, pela primeira vez, patrocinadora oficial do evento e marca presença nas ambientações de todas as cidades que recebem a mostra. Esta é a nona edição em Brasília e tem início no dia 6 de agosto. A mostra conta ao todo com 13 ambientes assinados por 12 profissionais de arquitetura e decoração.

O tema da edição 2008 de Brasília é moda, com espaços que fazem homenagem a grandes estilistas e empreendedoras dessa área. A decoradora Sabrina Estrela faz uma homenagem ao estilista italiano Giorgio Armani no seu espaço Home. Silvana Andrade, no ambiente Home Office, promove um tributo aos 50 anos da Bossa Nova, fase musical que mudou os costumes da época. Já a decoradora Ana Paula Barros homenageia no seu espaço (a Vitrine 1), o idealizador da Osklen, Oskar Metsavath. O estilista André Lima será a inspiração de Raquel Fechina e Eliana Tranchesi, proprietária da Daslu, ganhou um ambiente assinado por Yeda Garcia. Os responsáveis por essas três marcas homenageadas estarão no evento de inauguração.


Voltar



37. Meio-Norte - PI
Governo do Estado vai executar obras de urbanização na Praia de Barra Grande

O projeto prevê a pavimentação de ruas e a construção do portal de entrada na cidade

LITORAL DO PIAUÍ
Governo do Estado vai executar obras de urbanização na Praia de Barra Grande

30/07/2008 - 10h57
CCOM www.pi.gov.br

Em parceria com a Secretaria de Turismo (Setur), a Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi) vai executar a obra de urbanização da comunidade litorânea de Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia, a 384 quilômetros de Teresina. O projeto prevê a pavimentação de ruas e a construção do portal de entrada na cidade, praça, orla, mercado, lavanderia pública, estacionamento para ônibus e uma pocilga para ajudar a associação de moradores da comunidade.

O projeto será executado por etapas. De início, a população vai ganhar o mercado e a pocilga. De acordo com Tothe Ibiapina, arquiteto responsável pela obra, a primeira etapa deve estar concluída em um mês e o projeto deve ser totalmente entregue à população em dezembro deste ano.

A pocilga, para a criação de porcos, que vai ficar a cargo da associação de moradores, é mais uma fonte de geração de renda para a população. "Esta obra deve melhorar muito a vida do povo. Agora, eles estão tendo noções de cidadania e aprendendo a se valorizar mais como pessoa", ressalta o arquiteto.

Barra Grande se destaca por suas belas praias e por peculiaridades do seu povo, que denominou as ruas da localidade com o nome de peixes. Atualmente, o local vem se tornando conhecido também por oferecer ventos que favorecem a prática do kitesurf.

Voltar



  Imprimir Envie para um amigo
 

ASSOCIADOS
Login (e-mail) Senha  
Esqueci a senha  



PATROCÍNIO
Caso você não visualize a animação corretamente, clique aqui para fazer o download do FlashpPlugin.



CADASTRE-SE
Mantenha-se informado sobre o mercado de arquitetura
Nome E-mail
 
Cadastrar



VEJA TAMBÉM
AsBEA - 30/01/12
CAU ANUIDADE 2012 - PRAZO PARA PAGAMENTO FOI PRORROGADO

AsBEA - 26/01/12
SÃO PAULO CALLING (JORNADA DA HABITAÇÃO)

Com extensa programação de janeiro a junho de 2012, o projeto transforma São Paulo no centro do debate sobre assentamentos informais



AGENDA
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
29

 


Institucional Mkt Relacionamento Associe-se Associados
Prêmio AsBEA Manuais Notícias Eventos
Clipping Indique Galeria Fale Conosco
Anuncie      

ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS