Publicidade
 
     
Buscar OK
 
AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.
Tamanho do texto
Notícias

28/Novembro/2008

Fachadas do Palácio da Justiça são recuperadas depois de 85 anos


Marco na afirmação de São Paulo como força econômica e cultural, edifício passa por restauro depois de 85 anos


Projeto de Ramos de Azevedo, fachadas do Palácio da Justiça serão reformadas após 85 anos
Um marco na afirmação de São Paulo como força econômica e cultural, o Palácio da Justiça passa por restauro depois de 85 anos. Localizado na praça Clóvis Bevilacqua, no centro da capital, o prédio, onde funciona hoje o Tribunal de Justiça de São Paulo, começou a ser construído em 1920 e passou a funcionar em 1933. O monumento, projeto de Ramos de Azevedo, foi tombado pelo Governo do Estado em 1981.

Com a ação do tempo e as agressões do ambiente, o restauro torna-se inevitável. O projeto de restauro do Palácio da Justiça prevê, neste momento, intervenção nas fachadas e na cobertura de cobre do Salão do Júri. A estimativa é de que as áreas restauradas, algo em torno de 8200 metros quadrados, sejam entreguem em fevereiro de 2009.

Quem executa o trabalho é a Pires Giovanetti Guardia, empresa que atua em renovação de patrimônios culturais há mais de 20 anos.
Os operários empregados na construção original eram em sua maioria imigrantes italianos e espanhóis. Sua fachada foi inspirada no Palácio da Justiça de Roma, com acabamentos luxuosos e ornamentado com figuras e símbolos do judiciário. Todas estas esculturas, que se misturam às fachadas, passam por intervenções.

Como em toda grande obra, a recuperação e restauração de áreas do Palácio da Justiça envolvem grandes números. Ao todo, trabalham na obra 80 profissionais. Contabilizando o material utilizado, são aproximadamente 20 T de argamassa especial, 500 Kg de silicone empregados na modelagem de ornamentos. Além disso, há uma grande variedade de materiais que são "fabricados" em campo como granitos e pedras que são moídos, separados e novamente aglutinados para restaurar peças em argamassa, pedra e granilites.

A tecnologia adotada pela Pires Giovanetti Guardia nesta obra, com abordagens inovadoras e adotando métodos entre os mais modernos existentes, permitiu manter e conservar grande parte do revestimento e ornamentação originais que de outra forma teriam de ser substituídos.

Neste trabalho emprega-se os mais variados recursos, da mais contemporânea tecnologia com ensaios laboratoriais, análises químicas, materiais e ferramentas especiais aliados às atividades artísticas como modelagem, escultura e os demais procedimentos da construção civil, mas sempre dentro dos critérios com que se intervêm em patrimônio histórico.

"Nosso trabalho consiste em complementar a identificação preliminar das patologias listadas no projeto que deu base a licitação, combater a causa destas patologias, restaurar os elementos que foram deteriorados procurando manter o máximo possível do original e refazer aqueles que se deterioraram irremediavelmente", afirma Juca Pires, arquiteto responsável pela restauração.

Fonte: Revista da Engenharia (SP)



  Imprimir Envie para um amigo
 

ASSOCIADOS
Login (e-mail) Senha  
Esqueci a senha  



PATROCÍNIO
Caso você não visualize a animação corretamente, clique aqui para fazer o download do FlashpPlugin.



CADASTRE-SE
Mantenha-se informado sobre o mercado de arquitetura
Nome E-mail
 
Cadastrar



VEJA TAMBÉM
AsBEA - 09/02/12
Informe 007 CAU/BR

Arquitetos e urbanistas que não votaram foram dispensados de justificativa
AsBEA - 06/02/12
40ª Assembleia Geral AsBEA: Ficha de Inscrição

Garanta já a sua vaga.



AGENDA
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
29

 


Institucional Mkt Relacionamento Associe-se Associados
Prêmio AsBEA Manuais Notícias Eventos
Clipping Indique Galeria Fale Conosco
Anuncie      

ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS