O Grupo de Trabalho do Código de Obras vive um momento estratégico. Quem diz isso é Frederico Rangel, coordenador-geral dos Grupos de Trabalho da AsBEA, que, ao lado do presidente Ronaldo Rezende, participou dos trabalhos do 82º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), promovido de 9 a 11 de junho em Maceió (AL), pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
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| Frederico Rangel expõe, no Enic, a atuação do GT do Código de Obras Nacional |
Composto por Frederico Rangel, Silvio Cappanari, Márcia Mikai e Maria Paula Ouang, o GT está na fase intersecção com outras entidades e busca cada vez mais a colaboração dos arquitetos de maneira geral e de outros profissionais da área, de modo a formar um grupo muldisciplinar.
Espinha dorsal - Segundo Frederico, o grupo já tem a espinha dorsal do que pretende fazer e está pronto para iniciar articulações com outras entidades e parceiros da comunidade dos arquitetos.
Os conceitos, de acordo ainda com Frederico, têm um link direto com o conteúdo produzido pelos GTs que discutem Manual de Escopo, Sustentabilidade e Guia de Materiais.
A AsBEA está encarregada da coordenação geral do processo desencadeado pela CBIC, dentro do módulo 4 do PIT - Programa de Inovação Tecnológica -, para a criação de um Código de Obras Nacional.
O trabalho do Grupo até aqui, foi exposto por Frederico Rangel no 82º Enic, durante reunião da Comat - Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade.
Oportunidade rara - Na opinião do presidente da AsBEA, Ronaldo Rozendo, participar do Enic é uma oportunidade rara, que vem sendo muito mal aproveitada pelo segmento composto pelos arquitetos.
"Tanto assim que decidimos, para o próximo ano, estimular a formação de uma comitiva da AsBEA, de forma a participarmos das várias comissões que compõem o Encontro anual promovido pela CBIC", adiantou Ronaldo Rezende.
"Fazemos parte da cadeia da indústria imobiliária e temos que nos integrar com todos os demais elos", complementou Frederico Rangel.