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AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.
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Notícias

9/Abril/2009

Projeto da CPOS para a reforma do prédio do Detran-SP é aprovado


Proposta de revitalização apresentada por Oscar Niemeyer, autor do projeto original da década de 50, não teve boa repercussão por conta do custo elevado



A estatal CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços) vai assinar o projeto de reforma do prédio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) em São Paulo. A área será revitalizada para abrigar o MAC (Museu de Arte Contemporânea).

O Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio) não aprovou o projeto de Oscar Niemeyer para a reforma da edificação da década de 50, que é de autoria do próprio arquiteto. Segundo a Secretaria de Estado da Cultura o projeto de Niemeyer foi abandonado por conta do custo elevado e dos impactos negativos que seriam gerados na arquitetura original. O projeto de Niemeyer foi estimado em R$ 120 milhões, sendo que a secretaria já havia sinalizado em dezembro de 2008 que dispunha de metade desse valor para a obra. O escritório de Oscar Niemeyer preferiu não comentar a avaliação da Secretaria. Ainda assim, afirmou que o arquiteto pretende divulgar uma nota, sem previsão, sobre o caso.

No projeto apresentado por Niemeyer, os vidros da fachada e seu aspecto cinzento seriam substituídos por superfície branca. O arquiteto também idealizou a construção de uma rampa externa e a inserção de uma escultura, ambas vermelhas. E na parte de trás do edifício, uma extensão em meia lua de 30 m² com pé direito de 20 m de altura. A edificação seria usada para abrigar exposições temporárias, grandes instalações ou performances.

Já a CPOS propôs a demolição das edificações não originais, já aprovada pelo Conpresp, e a execução de novos elementos. Entre eles, duas torres de circulação vertical, uma nova passarela acoplada à existente, ampliação do anexo e tratamento opaco para as fachadas. Entretanto, a proposta também não atende plenamente as questões de preservação do edifício.

O Conpresp recomendou a reconstituição e recomposição do fechamento externo de esquadrias do prédio, conforme a construção dos anos 50, a redução do volume dos blocos de circulação vertical e a adoção de soluções que dêem transparência ao trecho do bloco situado entre o nível do solo e a laje do primeiro pavimento. O Conselho também adotou diversas diretrizes para o projeto, como a permanência do fechamento dos caixilhos na posição atual, a inversão dos blocos de circulação da posição de elevadores e escadas para obter-se um maior afastamento das empenas cegas.

Fonte: Pini (SP)



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